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GF Ouro
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Mais de 600 professores contratados viram a sua inscrição na prova de avaliação de conhecimentos e capacidades (PACC) indeferida pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), que se recusou a explicar quais os motivos na base da exclusão destes docentes.
De acordo com as listas de admissibilidade e não admissibilidade à PACC, publicadas pelo IAVE, há 611 docentes que entregaram a sua inscrição para fazer a prova, mas que a viram recusada pelo instituto que coordena a aplicação do exame de avaliação dos professores.
Contactado pela Lusa, o gabinete de imprensa do IAVE declarou que o organismo não vai divulgar as razões na base dessa exclusão, não estando «disponível para explorar a questão».
A prova destina-se a professores contratados com menos de cinco anos de serviço e é condição necessária para se poderem candidatar a um lugar nas escolas.
De acordo com o aviso de abertura de inscrição para a prova, de 19 de novembro, constituem motivos de não admissão à prova o facto de os candidatos não terem realizado o registo na plataforma eletrónica que lhes permitia efetuar a inscrição, a não entrega da inscrição nos prazos previstos, o preenchimento irregular das inscrições ou o não pagamento destas.
O IAVE não esclareceu, no entanto, quais são aplicáveis aos 611 excluídos da prova.
Este ano letivo, a componente geral da prova está marcada para 19 de dezembro e as componentes específicas, que variam consoante as áreas disciplinares ou grupos de recrutamento dos docentes, têm início a 1 de fevereiro,refere a Lusa.
tvi24
De acordo com as listas de admissibilidade e não admissibilidade à PACC, publicadas pelo IAVE, há 611 docentes que entregaram a sua inscrição para fazer a prova, mas que a viram recusada pelo instituto que coordena a aplicação do exame de avaliação dos professores.
Contactado pela Lusa, o gabinete de imprensa do IAVE declarou que o organismo não vai divulgar as razões na base dessa exclusão, não estando «disponível para explorar a questão».
A prova destina-se a professores contratados com menos de cinco anos de serviço e é condição necessária para se poderem candidatar a um lugar nas escolas.
De acordo com o aviso de abertura de inscrição para a prova, de 19 de novembro, constituem motivos de não admissão à prova o facto de os candidatos não terem realizado o registo na plataforma eletrónica que lhes permitia efetuar a inscrição, a não entrega da inscrição nos prazos previstos, o preenchimento irregular das inscrições ou o não pagamento destas.
O IAVE não esclareceu, no entanto, quais são aplicáveis aos 611 excluídos da prova.
Este ano letivo, a componente geral da prova está marcada para 19 de dezembro e as componentes específicas, que variam consoante as áreas disciplinares ou grupos de recrutamento dos docentes, têm início a 1 de fevereiro,refere a Lusa.
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