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Marinha reforça meios no Mondego. Exército trabalha nos taludes
Duas Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (LARC) vão reforçar os 16 botes no terreno. Pré-posicionados meios para evacuação.
A Marinha vai reforçar os seus meios no Mondego na sequência do alerta para o agravar da situação de cheias do rio, em Montemor-o-Velho e Coimbra.
De acordo com fonte oficial deste ramo das Forças Armadas, estão a ser enviadas para Montemor-o-Velho as duas Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (LARC) que se encontravam em Benavente. Estão neste momento (15h00) a reabastecer e devem chegar pelas 21h00 à zona de atuação, com os oito militares que as operam.
A Marinha tem montado no Mondego um dispositivo que incluiu, neste momento, 16 botes e 45 militares.
Também o Exército incrementou as suas "operações de engenharia para a contenção de caudais na bacia do Mondego, bem como das ações de reconhecimento e estabilização de taludes e encostas, contribuindo para a salvaguarda de pessoas e bens".
Ainda na região de Coimbra foram pré-posicionados "meios de evacuação e transporte, módulos de energia, iluminação e alojamento". "Verifica-se também o reforço das patrulhas de proximidade e das capacidades de intervenção e remoção de escombros, bem como a continuidade do emprego de Módulos de Construções em Altura de Engenharia Militar", é explicado.
O ramo terrestre das Forças Armadas tem 1 868 militares empenhados — o número mais elevado desde o início da operação — em 9 distritos e 42 municípios, "garantindo missões de engenharia, remoção de escombros e limpeza, desobstrução, contenção de caudais, patrulhamento de proximidade, comunicações, energia e iluminação, transportes, apoio sanitário e intervenção psicológica".
No período mais recente, regista-se o incremento das operações de engenharia para a contenção de caudais na bacia do Mondego, bem como das ações de reconhecimento e estabilização de taludes e encostas, contribuindo para a salvaguarda de pessoas e bens. Regista-se igualmente o incremento da capacidade de resposta na região de Coimbra, através do pré-posicionamento de meios de evacuação e transporte, módulos de energia, iluminação e alojamento. Verifica-se também o reforço das patrulhas de proximidade e das capacidades de intervenção e remoção de escombros, bem como a continuidade do emprego de Módulos de Construções em Altura de Engenharia Militar.
Correio da Manhã
Duas Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (LARC) vão reforçar os 16 botes no terreno. Pré-posicionados meios para evacuação.
A Marinha vai reforçar os seus meios no Mondego na sequência do alerta para o agravar da situação de cheias do rio, em Montemor-o-Velho e Coimbra.
De acordo com fonte oficial deste ramo das Forças Armadas, estão a ser enviadas para Montemor-o-Velho as duas Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (LARC) que se encontravam em Benavente. Estão neste momento (15h00) a reabastecer e devem chegar pelas 21h00 à zona de atuação, com os oito militares que as operam.
A Marinha tem montado no Mondego um dispositivo que incluiu, neste momento, 16 botes e 45 militares.
Também o Exército incrementou as suas "operações de engenharia para a contenção de caudais na bacia do Mondego, bem como das ações de reconhecimento e estabilização de taludes e encostas, contribuindo para a salvaguarda de pessoas e bens".
Ainda na região de Coimbra foram pré-posicionados "meios de evacuação e transporte, módulos de energia, iluminação e alojamento". "Verifica-se também o reforço das patrulhas de proximidade e das capacidades de intervenção e remoção de escombros, bem como a continuidade do emprego de Módulos de Construções em Altura de Engenharia Militar", é explicado.
O ramo terrestre das Forças Armadas tem 1 868 militares empenhados — o número mais elevado desde o início da operação — em 9 distritos e 42 municípios, "garantindo missões de engenharia, remoção de escombros e limpeza, desobstrução, contenção de caudais, patrulhamento de proximidade, comunicações, energia e iluminação, transportes, apoio sanitário e intervenção psicológica".
No período mais recente, regista-se o incremento das operações de engenharia para a contenção de caudais na bacia do Mondego, bem como das ações de reconhecimento e estabilização de taludes e encostas, contribuindo para a salvaguarda de pessoas e bens. Regista-se igualmente o incremento da capacidade de resposta na região de Coimbra, através do pré-posicionamento de meios de evacuação e transporte, módulos de energia, iluminação e alojamento. Verifica-se também o reforço das patrulhas de proximidade e das capacidades de intervenção e remoção de escombros, bem como a continuidade do emprego de Módulos de Construções em Altura de Engenharia Militar.
Correio da Manhã
