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Um homem matou o proprietário da casa que tinha arrendada, na Marinha Grande, e suicidou-se de seguida. O crime foi descoberto na madrugada desta sexta-feira, 10 de abril, depois de a mulher da vítima ter dado o alerta para o desaparecimento do marido.
Ao Notícias ao Minuto, a Polícia de Segurança Pública (PSP) revelou que o alerta foi dado pelas 2h05. A mulher do senhorio dirigiu-se à esquadra desta força de segurança para reportar o desaparecimento do marido, de 63 anos.
O homem tinha tido um "desentendimento com o inquilino" e, pelas 18h00 de quinta-feira, saiu de casa com o objetivo de pedir-lhe para abandonar o apartamento que tinha arrendado.
Com o passar das horas, a mulher começou a suspeitar que algo de grave poderia ter acontecido. Ligava para o telemóvel do marido, mas este não atendia a chamada.
Perante estes dados, os agentes da PSP de serviço efetuaram várias diligências e perceberam que quando ligavam para o número do homem, este tocava no interior do apartamento em questão.
Como ninguém abria a porta, os polícias pediram a presença dos Bombeiros Voluntários da Marinha Grande, que arrombaram a porta do apartamento, no 7.º andar do prédio, e acabaram por entrar no imóvel, encontrando na cozinha o corpo da vítima "ensanguentado" - atingido no tórax "com um objeto perfurante, aparentemente uma faca" - e uma janela aberta. Após matar o senhorio, o inquilino, com 60 anos, suicidou-se, tendo sido encontrado no pátio do 1.º andar do edifício.
A Polícia Judiciária (PJ) foi chamada ao local e o crime ficou sob a sua alçada. Os corpos já foram, entretanto, retirados do local e transportados para o Instituto Nacional de Medicina Legal, onde serão realizadas as autópsias.
De acordo com a CNN Portugal, que avançou primeiramente com a notícia do homicídio seguido de suicídio, o desentendimento entre inquilino e senhorio começou quando este aumentou a renda para o dobro.
IN:NM
