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Quando precisa de comer algo que a satisfaça, mas com um elevado valor nutricional, Kathleen Squires, jornalista que escreve para o Wirecutter do jornal The New York Times, notou que o seu petisco preferido é sardinha.
Esta garante que antes do seu consumo ficar na moda (sobretudo no TikTok), as sardinhas já era uma das protagonistas da sua alimentação.
Pode dizer-se que Squires se tornou uma especialista em sardinhas, sobretudo depois da própria e da sua equipa terem experimentado 59 tipos diferentes de sardinha conserva, a maioria sem qualquer tempero, de maneira a encontrar as melhores.
Ora, em primeiro lugar, surge uma marca portuguesa: as sardinhas em azeite da Açor.
"Esbeltas, porém carnudas, e cuidadosamente conservadas em azeite, estas sardinhas com um sabor suave e delicado receberam a pontuação mais alta de todas as que provamos", nota a jornalista, ao descrever esta conserva.
A equipa, nota, ficou surpreendida com o aspeto "impecável" das sardinhas, cuidadosamente aparadas e com uma pele brilhante.
É ainda destacado o seu sabor levemente salgado, textura firme e espinhas tão pequenas que nem sequer são percebidas à medida que se comem.
"O sabor equilibrado era o mais próximo do ideal, tornando-o igualmente adequado para comer com tostas, misturar com uma massa, colocar por cima de uma salada ou saborear diretamente da lata", realça.
As sardinhas da Açor têm origem no Algarve, onde são pescadas. Assim, a qualidade e a sua frescura não foram uma surpresa.
"Uma das pessoas que provou chegou a comentar que sabia 'a Portugal', dado o seu sabor a mar", sublinha.
Devido à sua embalagem vintage, o jornal nota que este poderá ser um excelente presente de Natal ou simplesmente uma lembrança de Portugal que se queira oferecer a alguém.
Em segundo lugar surge a marca Donostia, de Espanha, em terceiro a Patagonia, também do mesmo país, em quarto a marca Brunswick da Polónia, e em quinto José Andrés, uma vez mais do país irmão.
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