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Ministério Público invoca perigo de fuga dos três suspeitos de corrupção na Madeira para pedir prisão preventiva
Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia aguardam decisão do juiz.
O Ministério Público pediu prisão preventiva para os três detidos no âmbito da investigação por suspeitas de corrupção na Madeira, entre os quais o ex-presidente da Câmara do Funchal, Pedro Calado.
A magistrada do Ministério Público alegou que os suspeitos podem fugir, sabe o CM. Na promoção da medida de coação mais gravosa, durante a manhã desta sexta-feira, a procuradora sustentou ainda que há perigo de perturbação do inquérito e continuação da atividade criminosa.
Durante os últimos três dias, num total de 8 horas, Pedro Calado aceitou responder às questões do juiz de instrução criminal. Mas após prestar todos os esclarecimentos ao magistrado, ao final da manhã de quinta-feira, alegou que estava "desgastado" e não tinha condições para prosseguir com o interrogatório, segundo apurou o CM junto de fonte judicial.
O líder do grupo de construção AFA, Avelino Farinha, e o principal acionista do grupo ligado à construção civil Socicorreia, Custódio Correia, também já foram ouvidos no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).
No âmbito deste processo, o presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque (PSD), foi constituído arguido e acabou por renunciar ao cargo, o que levou à queda do executivo regional, de coligação PSD/CDS-PP, com o apoio parlamentar do PAN.
Correio da Manhã

Pedro Calado, Avelino Farinha e Custódio Correia aguardam decisão do juiz.
O Ministério Público pediu prisão preventiva para os três detidos no âmbito da investigação por suspeitas de corrupção na Madeira, entre os quais o ex-presidente da Câmara do Funchal, Pedro Calado.
A magistrada do Ministério Público alegou que os suspeitos podem fugir, sabe o CM. Na promoção da medida de coação mais gravosa, durante a manhã desta sexta-feira, a procuradora sustentou ainda que há perigo de perturbação do inquérito e continuação da atividade criminosa.
Durante os últimos três dias, num total de 8 horas, Pedro Calado aceitou responder às questões do juiz de instrução criminal. Mas após prestar todos os esclarecimentos ao magistrado, ao final da manhã de quinta-feira, alegou que estava "desgastado" e não tinha condições para prosseguir com o interrogatório, segundo apurou o CM junto de fonte judicial.
O líder do grupo de construção AFA, Avelino Farinha, e o principal acionista do grupo ligado à construção civil Socicorreia, Custódio Correia, também já foram ouvidos no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).
No âmbito deste processo, o presidente do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque (PSD), foi constituído arguido e acabou por renunciar ao cargo, o que levou à queda do executivo regional, de coligação PSD/CDS-PP, com o apoio parlamentar do PAN.
Correio da Manhã