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Ministério Público pede no mínimo dois anos de prisão para padre acusado de aliciar menor para fins sexuais
Fica ainda proibido de "exercer profissão, emprego, funções ou atividades públicas ou privadas cujo exercício envolva contacto regular com menores".
O Ministério Público (MP) pediu esta segunda-feira uma pena de, no mínimo, dois anos de prisão para o padre de Viseu acusado de tentativa de coação sexual agravada e aliciamento de um menor para fins sexuais, informou fonte judicial.
A pena poderá ser suspensa, defendendo o MP que o condenado tenha acompanhamento técnico "através da frequência de programas de reabilitação para agressores sexuais de crianças e jovens" e que seja sujeito a "consultas da especialidade de psiquiatria ou psicologia", se possível numa subespecialidade "direcionada para o seguimento de perturbações sexuais".
No entender do MP, o padre Luís Miguel Costa deverá ainda ficar proibido de "exercer profissão, emprego, funções ou atividades públicas ou privadas cujo exercício envolva contacto regular com menores".
Correio da Manhã

Fica ainda proibido de "exercer profissão, emprego, funções ou atividades públicas ou privadas cujo exercício envolva contacto regular com menores".
O Ministério Público (MP) pediu esta segunda-feira uma pena de, no mínimo, dois anos de prisão para o padre de Viseu acusado de tentativa de coação sexual agravada e aliciamento de um menor para fins sexuais, informou fonte judicial.
A pena poderá ser suspensa, defendendo o MP que o condenado tenha acompanhamento técnico "através da frequência de programas de reabilitação para agressores sexuais de crianças e jovens" e que seja sujeito a "consultas da especialidade de psiquiatria ou psicologia", se possível numa subespecialidade "direcionada para o seguimento de perturbações sexuais".
No entender do MP, o padre Luís Miguel Costa deverá ainda ficar proibido de "exercer profissão, emprego, funções ou atividades públicas ou privadas cujo exercício envolva contacto regular com menores".
Correio da Manhã