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A vida dá voltas que muitas vezes nos surpreendem. Num dia estamos no topo e no dia seguinte levamos uma rasteira que nos leva a repensar no nosso futuro.
Amy McGorry , antiga pivô de um canal de Long Island, nos Estados Unidos da América, deu durante anos notícias aos seus telespetadores. Porém, agora, vê-se do lado de lá, sendo ela protagonista de uma história que precisa urgentemente de um herói.
A profissional, de 56 anos, recorreu à sua conta de Instagram para fazer um apelo emocionado. "Nem acredito que tenho de dizer estas palavras", lamenta.
Segundo reportam os meios norte-americanos, a mulher lutava silenciosamente contra duas doenças raras, uma hepatite autoimune e colangite biliar primária (uma doença hepática autoimune crónica), as quais deterioraram o estado do seu fígado ao longo dos anos.
O estado de saúde de Amy agravou-se há cerca de seis meses quando esta desmaiou e teve de ser transportada de emergência para o hospital.
Os médicos informaram-na que se encontra numa corrida contra o tempo e que precisa encontrar um dador com tipo de sangue O negativo, caso contrário, poderá morrer em breve.
Devido à forma como os pacientes com PBC são classificados nas listas de espera para transplantes, McGorry está numa posição inferior à de pacientes com outras doenças hepáticas, o que significa que não pode esperar por um doador falecido, explica o NY Post. Assim, a sua única opção é encontrar um dador vivo, ou o seu fígado já debilitado começará a causar falência de outros órgãos.
"Costumo ser a pessoa que tenta ajudar, mas agora sou eu que preciso de ajuda", afirma a pivô, recordando a sua carreira e os trabalhos que desenvolveu e confessando que se questiona muitas vezes porque e que isto aconteceu com ela.
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