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O desafio da Coreia do Norte

kok@s

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Kim Jong-un assiste enquanto soldados levam com martelos no abdómen




Kim Jong-un assistiu a vários exercícios militares das suas tropas, nos quais soldados demonstraram algumas habilidades, como quebrar tijolos e resistir a marteladas no abdómen. A sessão incluiu ainda uma demonstração por parte das tropas femininas.


Kim Jong-un assiste enquanto soldados levam com martelos no abdómen
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O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong-un, assistiu às suas tropas a realizar uma série de exercícios militares numa base de treino de operações especiais do país.



Segundo a agência de notícias estatal da Coreia do Norte, a KTR, citada pela Reuters, os exercícios incluíram partir tijolos com a cabeça ou pedaços de madeira nos braços. Os soldados levaram, inclusive, com martelos no abdómen.




As demonstrações ocorreram no domingo, dia 29 de março, e contemplaram treinos de tiro, nos quais foram utilizadas munições reais para atingir os alvos.




Para além disto, as forças especiais realizaram ainda demonstrações de artes marciais, com provas de resistência e combate sincronizado, incluindo um momento das tropas femininas. Em algumas das imagens partilhadas pela televisão estatal, é possível ver o líder norte-coreano a observar o treino, aplaudindo e até a incentivar os seus soldados.




Mais tarde, em declarações à KTR, Kim Jong-un realçou a necessidade de fortalecer o treino das tropas norte-coreanas de acordo com as táticas de guerra moderna, afirmando que já está a delinear planos para reorganizar as forças de operações especiais do país, exatamente com isto em mente.






A televisão estatal divulgou também duas outras reportagens, no domingo, que tinham que ver com os desenvolvimentos militares na Coreia do Norte. Ambas testavam novas armas: um motor de foguete de combustível sólido e um novo tanque de batalha principal.




Recorde-se de que em fevereiro deste ano, durante um congresso raro do Partido Comunista da Coreia do Norte, Kim Jong-un apresentou um plano para cinco anos para o desenvolvimento de armas nucleares, pedindo, ao mesmo tempo, uma modernização das capacidades militares do país.



nm
 

orban89

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kok@s

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Coreia do Norte dispara "vários mísseis balísticos"




A Coreia do Norte disparou hoje "vários mísseis balísticos não identificados", de acordo com o exército sul-coreano, que relatou um lançamento semelhante ocorrido no dia anterior.


Coreia do Norte dispara vários mísseis balísticos




O exército afirmou ter detetado, durante a manhã de hoje, "vários mísseis balísticos não identificados, lançados a partir da região de Wonsan, na Coreia do Norte, em direção ao mar do Leste", em referência ao nome coreano do mar do Japão. Os mísseis percorreram cerca de 240 quilómetros.



Uma hora antes, o exército deu conta do lançamento, na terça-feira, de um "projétil não identificado", desta vez a partir da região de Pyongyang, capital norte-coreana.



As manobras militares ocorrem pouco depois de Seul ter-se desculpado pelo envio de drones para o Norte por civis em janeiro, o que foi bem recebido por Pyongyang.



O Gabinete de Segurança Nacional da Casa Azul, sede da presidência sul-coreana, realizou uma reunião de emergência após os lançamentos de mísseis, indicando ainda que, "tendo em conta o conflito em curso no Médio Oriente, as agências envolvidas receberam instruções para redobrar a vigilância, a fim de manter um estado de preparação ideal".



O gabinete "exortou a Coreia do Norte a cessar imediatamente os lançamentos de mísseis balísticos, qualificando-os de atos provocadores, que violam as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas", precisou num comunicado.



Segundo analistas, estes disparos são um sinal de que a Coreia do Norte permanece indiferente à mão estendida do vizinho, apesar de a influente irmã do líder norte-coreano, Kim Yo-jong, ter qualificado de "sensata" a decisão de Lee Jae-myung de manifestar pesar pelo incidente dos drones. "O nosso governo saudou esta decisão como sendo feliz e sensata", disse Kim.


O Presidente sul-coreano tem procurado retomar as relações bilaterais desde que foi eleito, em junho, contrastando com a linha dura do antecessor.


"Um incidente a envolver drones civis, que não deveria ter ocorrido, teve lugar sob esta administração, e foi confirmado que um responsável do serviço nacional de inteligência e um soldado no ativo estavam envolvidos", lamentou Lee na segunda-feira.



Na terça-feira, porém, um alto responsável da diplomacia norte-coreana considerou absurdas as informações divulgadas pelos meios de comunicação social sul-coreanos, que apresentaram os comentários de Kim Yo-jong de forma positiva.



"Isto ficará também nos anais como uma 'interpretação sonhadora e cheia de esperança por parte de imbecis' que espantam o mundo", afirmou Jang Kum-chol, primeiro vice-ministro dos Negócios Estrangeiros norte-coreano, num comunicado em inglês divulgado pela agência de notícias oficial KCNA.



O responsável reafirmou que o Norte considera o Sul como o "Estado inimigo mais hostil".



"Os disparos sucessivos e as recentes declarações [de Pyongyang] sublinham a determinação da Coreia do Norte em ignorar as tentativas do Sul de melhorar as relações intercoreanas", resumiu Lim Eul-chul, especialista em assuntos norte-coreanos da Universidade de Kyungnam.



Os lançamentos de hoje constituem o quarto teste de mísseis balísticos norte-coreanos registado desde o início do ano.



Em meados de março, as Forças Armadas sul-coreanas detetaram "cerca de dez mísseis balísticos não identificados lançados a partir da região de Sunan, na Coreia do Norte", em direção ao mar do Japão, quando em simultâneo decorriam exercícios militares conjuntos com os Estados Unidos, que Pyongyang criticou duramente.



Sob a presidência do antecessor de Lee, Yoon Suk-yeol, as tensões entre as duas Coreias agravaram-se consideravelmente, com várias provocações de um lado e de outro, nomeadamente o lançamento de nuvens de balões com lixo lançados pelo Norte em meados de 2024, em resposta ao envio, a partir do Sul, de propaganda por ativistas anti-Pyongyang.




nm
 
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