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Por ser uma estação mais fria, o inverno tende a deixar-nos com a pele mais seca e desidratada. Aliás, na prática, a culpa nem é bem desta época do ano, deve-se sobretudo, à falta de cuidados que tem com pele.
A par disso, "à medida que o frio do inverno diminui e o sol da primavera se aproxima, a pele também passa por uma transição", descrevem dermatologistas ao blog Martha Stewart.
Afinal, não são só as cobras que passam pela alteração de camadas de pele: "Mudanças de temperatura, humidade e exposição aos raios UV podem deixar a pele reativa, opaca ou subitamente mais propensa a espinhas."
A primavera acentua alguns problemas de pele
Se por um lado, a chegada da primavera, com uma maior humidade "que pode restaurar a hidratação da pele", por outro lado, também estimula as glândulas sebáceas, que produzem óleo e resultam em poros entupidos.
A dermatologista Naana Boakye adianta que é por isso "que algumas pessoas de repente ficam borbulhas depois de meses com pele seca".
"Para pessoas propensas a hiperpigmentação, melasma ou rosácea, essa mudança sazonal pode tornar essas condições mais perceptíveis", acrescenta a especialista.
Contudo, não vale a pena correr atrás do prejuízo de forma apressada. A tendência é aumentar a quantidade de produtos para regenerar a pele. No entanto, isso pode produzir sérios e graves problemas. Apesar da ausência de alguns cuidados estarem nas suas mãos, estes especialistas relacionam esse método com o maior erro que, por acaso, ainda agrava estas condições de pele.
Maior erro identificado no tratamento de pele durante as transições de estação
A esteticista Desiree Strong concorda que o maior erro é "o tratamento excessivo". A especialista de cuidados da pele esclarece que "a pele não precisa ser forçada a mais nada, precisa de suporte para poder funcionar como para aquilo que é projetada."
Sinais de que sua pele está a passar por uma transição sazonal
Apesar de cada pele ter as suas características e reagir de forma diferente às mudanças do clima, a chegada da primavera tende em intensificar estas condições:
- Secura persistente e estragos na barreira cutânea causada por condições rigorosas do inverno;
- Erupções e poros entupidos à medida que a produção de óleo começa a aumentar;
- Sensibilidade, vermelhidão e inflamação causadas por uma barreira cutânea comprometida;
- Crises de eczema, rosácea ou dermatite;
- Opacidade e textura irregular devido à acumulação de células mortas da pele;
- Hiperpigmentação e melasma desencadeados pelo aumento da exposição aos raios UV e aumento das temperaturas
