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"Operação Furia Épica": Casa Branca fala em vitória militar contra o Irão e diz que todos os objetivos foram cumpridos
Peter Hegseth deixou ameaças caso o cessar-fogo não se mantenha.
Peter Hegseth, secretário-geral da Defesa dos Estados Unidos, falou aos jornalistas, esta quarta-feira, após o Irão recuar com o plano de cessar-fogo, a poucas horas do período estabelecido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, terminar. Desde Arlington, na Vírginia, a tutela disse ter anulado a "capacidade militar do Irão durante os próximos anos, usando apenas 10% dos militares americanos". O secretário-geral, em declarações na manhã desta quarta-feira, anunciou ter sido "um dia histórico" para os EUA e acusou o Irão de ser incapaz de se defender. A Casa Branca diz que todos os objetivos foram cumpridos e exemplifica: "a marinha iraniana foi afundada, os drones, os porta-mísseis e os submarinos também". Hegseth acrescentou ainda que a força aérea do país do Médio Oriente ficou destruída e que o Irão nunca conseguiu atingir os seus alvos.
O secretário-geral, em declarações na manhã desta quarta-feira, anunciou ter sido "um dia histórico" para os EUA e acusou o Irão de ser incapaz de se defender. A Casa Branca diz que todos os objetivos foram cumpridos e exemplifica: "a marinha iraniana foi afundada, os drones, os porta-mísseis e os submarinos também". Hegseth acrescentou ainda que a força aérea do país do Médio Oriente ficou destruída e que o Irão nunca conseguiu atingir os seus alvos.
Peter Hegseth terminou o discurso concretizando que apenas sobraram bunkers e que conseguiram destruir todas as fábricas de munições no Irão. Deixou ainda a nota de que poderiam ter destruído toda a economia iraniana. O secretário-geral ameaçou, tal como Trump nas últimas horas, destruir pontes e infraestruturas elétricas se o cessar-fogo não for aceite após estas duas primeiras semanas de conciliação.
Peter Hegseth mencionou também nome desta operação, que ficou batizada como "Furia Épica", agradecendo a todos os soldados norte-americanos e aplaudindo a Deus, por todos os ataques terem sido realizados sobre "força divina".
Correio da Manhã
Peter Hegseth deixou ameaças caso o cessar-fogo não se mantenha.
Peter Hegseth, secretário-geral da Defesa dos Estados Unidos, falou aos jornalistas, esta quarta-feira, após o Irão recuar com o plano de cessar-fogo, a poucas horas do período estabelecido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, terminar. Desde Arlington, na Vírginia, a tutela disse ter anulado a "capacidade militar do Irão durante os próximos anos, usando apenas 10% dos militares americanos". O secretário-geral, em declarações na manhã desta quarta-feira, anunciou ter sido "um dia histórico" para os EUA e acusou o Irão de ser incapaz de se defender. A Casa Branca diz que todos os objetivos foram cumpridos e exemplifica: "a marinha iraniana foi afundada, os drones, os porta-mísseis e os submarinos também". Hegseth acrescentou ainda que a força aérea do país do Médio Oriente ficou destruída e que o Irão nunca conseguiu atingir os seus alvos.
O secretário-geral, em declarações na manhã desta quarta-feira, anunciou ter sido "um dia histórico" para os EUA e acusou o Irão de ser incapaz de se defender. A Casa Branca diz que todos os objetivos foram cumpridos e exemplifica: "a marinha iraniana foi afundada, os drones, os porta-mísseis e os submarinos também". Hegseth acrescentou ainda que a força aérea do país do Médio Oriente ficou destruída e que o Irão nunca conseguiu atingir os seus alvos.
Peter Hegseth terminou o discurso concretizando que apenas sobraram bunkers e que conseguiram destruir todas as fábricas de munições no Irão. Deixou ainda a nota de que poderiam ter destruído toda a economia iraniana. O secretário-geral ameaçou, tal como Trump nas últimas horas, destruir pontes e infraestruturas elétricas se o cessar-fogo não for aceite após estas duas primeiras semanas de conciliação.
Peter Hegseth mencionou também nome desta operação, que ficou batizada como "Furia Épica", agradecendo a todos os soldados norte-americanos e aplaudindo a Deus, por todos os ataques terem sido realizados sobre "força divina".
Correio da Manhã
