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Orçamento da Rússia para a guerra na Ucrânia diminui e Putin pede a oligarcas russos que contribuam
Rússia tem tentado reforçar as receitas do Estado através de novos impostos e taxas sobre grandes empresas.
Vladimir Putin pediu a oligarcas russos que contribuam para o orçamento da defesa da Rússia, numa altura em que os custos da guerra na Ucrânia continuam a aumentar.
Segundo o Financial Times, o presidente russo quer manter a invasão até garantir o controlo das zonas do Donbass oriental que ainda não estão nas mãos de Moscovo.
De acordo com a mesma fonte, pelo menos dois empresários disseram estar dispostos a apoiar financeiramente o esforço militar, após uma reunião com Putin na quinta-feira.
O Kremlin continua, assim, a avançar com a guerra, depois de a Ucrânia ter recusado abandonar unilateralmente o Donbass em recentes negociações mediadas pelos Estados Unidos.
Apesar disso, Moscovo diz continuar aberta a novas conversações. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia não perdeu o interesse nas negociações de paz, mas que questões como o território continuam por resolver.
A despesa com a defesa aumentou 42% no último ano, para 13,1 biliões de rublos (139 mil milhões de euros). Ao mesmo tempo, o défice orçamental russo agravou-se, pressionado pelas sanções dos EUA e pela venda de petróleo com descontos.
Entretanto, Volodymyr Zelensky acusou Washington de pressionar Kiev a ceder todo o Donbass à Rússia em troca de garantias de segurança, sublinhando que o leste da Ucrânia faz parte da segurança do país.
Nos últimos meses, a Rússia tem tentado reforçar as receitas do Estado através de novos impostos e taxas sobre grandes empresas, numa tentativa de sustentar o esforço de guerra.
O Governo russo admite também avançar com um novo imposto extraordinário, caso o rublo continue a enfraquecer, depois de já ter aplicado uma taxa semelhante em 2023.
Putin alertou ainda empresários e responsáveis políticos para a necessidade de prudência, defendendo uma gestão conservadora das receitas adicionais geradas pela subida dos preços do petróleo.
Correio da Manhã
Rússia tem tentado reforçar as receitas do Estado através de novos impostos e taxas sobre grandes empresas.
Vladimir Putin pediu a oligarcas russos que contribuam para o orçamento da defesa da Rússia, numa altura em que os custos da guerra na Ucrânia continuam a aumentar.
Segundo o Financial Times, o presidente russo quer manter a invasão até garantir o controlo das zonas do Donbass oriental que ainda não estão nas mãos de Moscovo.
De acordo com a mesma fonte, pelo menos dois empresários disseram estar dispostos a apoiar financeiramente o esforço militar, após uma reunião com Putin na quinta-feira.
O Kremlin continua, assim, a avançar com a guerra, depois de a Ucrânia ter recusado abandonar unilateralmente o Donbass em recentes negociações mediadas pelos Estados Unidos.
Apesar disso, Moscovo diz continuar aberta a novas conversações. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia não perdeu o interesse nas negociações de paz, mas que questões como o território continuam por resolver.
A despesa com a defesa aumentou 42% no último ano, para 13,1 biliões de rublos (139 mil milhões de euros). Ao mesmo tempo, o défice orçamental russo agravou-se, pressionado pelas sanções dos EUA e pela venda de petróleo com descontos.
Entretanto, Volodymyr Zelensky acusou Washington de pressionar Kiev a ceder todo o Donbass à Rússia em troca de garantias de segurança, sublinhando que o leste da Ucrânia faz parte da segurança do país.
Nos últimos meses, a Rússia tem tentado reforçar as receitas do Estado através de novos impostos e taxas sobre grandes empresas, numa tentativa de sustentar o esforço de guerra.
O Governo russo admite também avançar com um novo imposto extraordinário, caso o rublo continue a enfraquecer, depois de já ter aplicado uma taxa semelhante em 2023.
Putin alertou ainda empresários e responsáveis políticos para a necessidade de prudência, defendendo uma gestão conservadora das receitas adicionais geradas pela subida dos preços do petróleo.
Correio da Manhã
