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O Palmeiras, equipa orientada pelo treinador português Abel Ferreira, deu, na madrugada de quarta para quinta-feira, um passo no sentido na conquista do Campeonato Paulista, graças ao triunfo conquistado sobre o Grêmio Novorizontino, na Arena Barueri, por 1-0, na primeira mão da tão aguardada final.
O golo que fez a diferença surgiu à passagem dos 35 minutos, quando Flaco López recebeu um passe de Ramón Sosa, à entrada da grande área adversária, e rematou rasteiro para o fundo da baliza, num lance no qual ficou a sensação de que o Jordi (que, em Portugal, passou pelo Paços de Ferreira, entre 2020 e 2023) podia ter feito algo mais para chegar à bola.
Bem mais feliz foi o guarda-redes do Verdão, Carlos Miguel, que, à beira do apito para o intervalo, defendeu uma grande penalidade cobrada por Robson, num lance que acabou por revelar-se fundamental para o resultado final, visto que a segunda parte não trouxe qualquer outra alteração ao marcador.
Palmeiras e Grêmio Novorizontino têm reencontro marcado já para as 23h30 (hora de Portugal Continental) do próximo domingo, desta feita, no Estádio Jorge Ismael de Biasi, onde ficará decidido, de uma vez por todas, quem irá sagrar-se campeão paulista da temporada de 2026 do futebol brasileiro.
Esta, recorde-se, é a sexta final do Campeonato Paulista que Abel Ferreira disputa desde a chegada ao Palmeiras... em seis possíveis. Destas, venceu três (contra São Paulo, Água Santa e Santos) e perdeu duas (contra o São Paulo e Corinthians, esta, na última época, por um resultado de 0-1, no conjunto das duas mãos).
"Viram Vítor Roque a sair a chorar?"
Na conferência de imprensa que se seguiu ao apito final, em São Paulo, Abel Ferreira mostrou-se satisfeito com este desfecho: "Em primeiro lugar, quero dizer que foram as duas melhores equipas que chegaram à final. Estavam previstas duas dificuldades, a do nosso adversário, pela forma como joga, e o facto de termos um dia a menos de recuperação".
"O nosso adversário organizou-se bem. Nas transições, estivemos bem, ao não conceder ao nosso adversário, onde é forte. Na bola parada, estivemos bem. O nosso objetivo principal era ganhar uma vantagem, aqui. Agora, é na casa do nosso adversário, que já mostrou que tem qualidade e está por mérito na final", refletiu.
Questionado sobre o facto de Vítor Roque ter começado o jogo no banco de suplentes (de onde saiu, aos 70 minutos, para o lugar de Ramón Sosa), o treinador português apontou para as dificuldades físicas evidenciadas pelo antigo alvo do Sporting, no passado domingo, no triunfo sobre o São Paulo, por 2-1.
"Viram o Vítor Roque a sair a chorar? A diferença está em dois a três dias de recuperação. Com pouco tempo, é sempre difícil. É chover no molhado. Parece desculpa, mas não temos como. É diferente ter dois dias ou três. Se não jogou, é porque alguma coisa tinha para não jogar
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