- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,426
- Gostos Recebidos
- 1,527
PJ desmantela empresa que distribuía de canábis na zona Norte. Há 4 detidos
Foram apreendidos mais de 100 quilos de canábis herbácea.
Quatro pessoas, com idades compreendidas entre os 35 e os 49 anos, foram detidas pela Polícia Judiciária (PJ), esta quarta-feira, numa operação dirigida a uma empresa, na Póvoa de Varzim, que se dedicava à distribuição de canábis por vários países. Foram apreendidos mais de 100 quilos de canábis herbácea, cerca de 30 quilos de haxixe e uma vasta gama de consumíveis contendo canábis.
De acordo com um comunicado da PJ, trata-se de uma empresa que recebia grandes quantidades de canábis e que, depois, procedia ao seu doseamento e empacotamento, comercializando o produto em pequenas porções, destinadas a satisfazer as encomendas recebidas através de plataformas digitais, a coberto da falsa premissa de que os índices de THC (Tetrahidrocanabinol), muito reduzidos, tornavam o produto de venda livre.
A investigação foi levada a cabo pela Diretoria do Norte da PJ que, após intercetar uma encomenda suspeita, veio a remeter o produto para análise pericial do Laboratório de Polícia Científica da PJ, vindo a verificar-se que se tratava de produto estupefaciente ilegal, não se confirmando os baixos graus de pureza anunciados pela empresa.
Os suspeitos vão ser presentes a primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação.
Correio da Manhã

Foram apreendidos mais de 100 quilos de canábis herbácea.
Quatro pessoas, com idades compreendidas entre os 35 e os 49 anos, foram detidas pela Polícia Judiciária (PJ), esta quarta-feira, numa operação dirigida a uma empresa, na Póvoa de Varzim, que se dedicava à distribuição de canábis por vários países. Foram apreendidos mais de 100 quilos de canábis herbácea, cerca de 30 quilos de haxixe e uma vasta gama de consumíveis contendo canábis.
De acordo com um comunicado da PJ, trata-se de uma empresa que recebia grandes quantidades de canábis e que, depois, procedia ao seu doseamento e empacotamento, comercializando o produto em pequenas porções, destinadas a satisfazer as encomendas recebidas através de plataformas digitais, a coberto da falsa premissa de que os índices de THC (Tetrahidrocanabinol), muito reduzidos, tornavam o produto de venda livre.
A investigação foi levada a cabo pela Diretoria do Norte da PJ que, após intercetar uma encomenda suspeita, veio a remeter o produto para análise pericial do Laboratório de Polícia Científica da PJ, vindo a verificar-se que se tratava de produto estupefaciente ilegal, não se confirmando os baixos graus de pureza anunciados pela empresa.
Os suspeitos vão ser presentes a primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação.
Correio da Manhã