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Portugal admite assistir a reuniões sobre Gaza do Conselho de Paz de Trump
Portugal recebeu o convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir aderir a este organismo desde que se cingisse ao conflito israelo-palestiniano.
Portugal admite assistir a reuniões do Conselho de Paz de Donald Trump, que realiza esta quinta-feira a primeira reunião, "sempre como observador" e quando o tema for a paz ou reconstrução de Gaza, disse à Lusa fonte do Governo.
"No que a Gaza diz respeito, Portugal poderá disponibilizar-se, sempre como observador, para marcar presença em momentos que permitam consolidar o processo de paz ou de reconstrução", indicou, em declarações à Lusa, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) a propósito da primeira reunião do organismo criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
Portugal recebeu o convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir aderir a este organismo desde que se cingisse ao conflito israelo-palestiniano.
Correio da Manhã
Portugal recebeu o convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir aderir a este organismo desde que se cingisse ao conflito israelo-palestiniano.
Portugal admite assistir a reuniões do Conselho de Paz de Donald Trump, que realiza esta quinta-feira a primeira reunião, "sempre como observador" e quando o tema for a paz ou reconstrução de Gaza, disse à Lusa fonte do Governo.
"No que a Gaza diz respeito, Portugal poderá disponibilizar-se, sempre como observador, para marcar presença em momentos que permitam consolidar o processo de paz ou de reconstrução", indicou, em declarações à Lusa, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) a propósito da primeira reunião do organismo criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
Portugal recebeu o convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir aderir a este organismo desde que se cingisse ao conflito israelo-palestiniano.
Correio da Manhã
