- Entrou
- Out 5, 2021
- Mensagens
- 54,426
- Gostos Recebidos
- 1,527
Primeira-ministra dinamarquesa avisa que EUA não vão assumir controlo da Gronelândia
"A Gronelândia pertence aos gronelandeses. E será essa a mensagem que enviaremos", afirmou Mette Frederiksen.
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, avisou esta quarta-feira que os Estados Unidos não vão assumir o controlo da Gronelândia, na sua primeira visita ao território autónomo desde que o Presidente norte-americano, Donald Trump, demonstrou interesse pela ilha ártica.
"Os Estados Unidos não vão assumir o controlo da Gronelândia. A Gronelândia pertence aos gronelandeses. E será essa a mensagem que enviaremos juntos nos próximos dois dias", declarou Frederiksen antes de se reunir com os líderes do território, incluindo o novo primeiro-ministro.
Jens-Frederik Nielsen, cujo partido Demokraatit (liberal) venceu as eleições do passado dia 11, apresentou na passada sexta-feira um executivo de coligação que reúne todo o movimento independentista moderado e quatro das cinco forças parlamentares, embora o Governo só seja formalmente eleito pelos deputados no dia 07 de abril.
Correio da Manhã

"A Gronelândia pertence aos gronelandeses. E será essa a mensagem que enviaremos", afirmou Mette Frederiksen.
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, avisou esta quarta-feira que os Estados Unidos não vão assumir o controlo da Gronelândia, na sua primeira visita ao território autónomo desde que o Presidente norte-americano, Donald Trump, demonstrou interesse pela ilha ártica.
"Os Estados Unidos não vão assumir o controlo da Gronelândia. A Gronelândia pertence aos gronelandeses. E será essa a mensagem que enviaremos juntos nos próximos dois dias", declarou Frederiksen antes de se reunir com os líderes do território, incluindo o novo primeiro-ministro.
Jens-Frederik Nielsen, cujo partido Demokraatit (liberal) venceu as eleições do passado dia 11, apresentou na passada sexta-feira um executivo de coligação que reúne todo o movimento independentista moderado e quatro das cinco forças parlamentares, embora o Governo só seja formalmente eleito pelos deputados no dia 07 de abril.
Correio da Manhã