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Professor suspeito de assediar alunas do 10.º ano em Odemira
Pais apresentaram queixa na direção da escola, por "alegados abusos de poder e atos de importunação sexual tidos pelo professor e diretor de turma".
Um professor da Escola Secundária de Odemira é suspeito de assediar alunas de 15 anos e 16 anos. As queixas surgiram no início do ano letivo, quando várias alunas do 10.º ano relataram alegados episódios que teriam lugar na sala de aula. "Dizer às alunas que ia dar uma nota x, mas que podia dar uma nota y, mais alta, se ela lhe desse algo em troca", relatou um encarregado de educação à SIC.
As alunas fizeram uma denúncia coletiva e depois os pais apresentaram queixa na direção da escola, por "alegados abusos de poder e atos de importunação sexual tidos pelo professor e diretor de turma".
A escola colocou um outro professor a assistir às aulas – o que só aconteceu três vezes. Para os pais, é insuficiente. "Estão com medo de estar dentro da sala de aula", dizem. No final de janeiro, 13 pais fizeram queixa contra o docente no Ministério Público.
Correio da Manhã

Pais apresentaram queixa na direção da escola, por "alegados abusos de poder e atos de importunação sexual tidos pelo professor e diretor de turma".
Um professor da Escola Secundária de Odemira é suspeito de assediar alunas de 15 anos e 16 anos. As queixas surgiram no início do ano letivo, quando várias alunas do 10.º ano relataram alegados episódios que teriam lugar na sala de aula. "Dizer às alunas que ia dar uma nota x, mas que podia dar uma nota y, mais alta, se ela lhe desse algo em troca", relatou um encarregado de educação à SIC.
As alunas fizeram uma denúncia coletiva e depois os pais apresentaram queixa na direção da escola, por "alegados abusos de poder e atos de importunação sexual tidos pelo professor e diretor de turma".
A escola colocou um outro professor a assistir às aulas – o que só aconteceu três vezes. Para os pais, é insuficiente. "Estão com medo de estar dentro da sala de aula", dizem. No final de janeiro, 13 pais fizeram queixa contra o docente no Ministério Público.
Correio da Manhã