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Uma providência cautelar destinada a impedir a utilização dos veículos blindados por parte da PSP entrou hoje, segunda-feira, em tribunal. A acção, levada a cabo pela empresa fornecedora, visa impedir eventuais danos causados pela utilização.
A providência foi entregue ao princípio da tarde, no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, e a empresa fornecedora das viaturas argumenta, para sustentar a imobilização dos veículos e uma vez que o Estado denunciou o contrato, que as viaturas poderão vir a sofrer danos.
É que a PSP tem a intenção de usar os blindados em cenários de elevada conflituosidade e de risco, razão que a empresa, a Milícia, considera mais do que suficientes para impedir o agravamento dos prejuízos.
No entanto, segundo fontes judiciais, a providência pode não ter efeitos imediatos e a decisão do Tribunal Administrativo pode não chegar antes de decorridos 12 meses.
O contrato entre a Milícia e o Estado envolvia um valor de 1,2 milhões de euros e dizia respeito ao fornecimento de seis viaturas blindadas à PSP, mas o acordo foi denunciado quando apenas estavam entregues dois veículos.
Jornal de Notícias