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Pulseira eletrónica para mulher que controlava a vida do companheiro
Vítima não podia ver os filhos nem confraternizar com ninguém.
Não podia ver os filhos nem confraternizar com ninguém; não podia aceder às redes sociais; não podia ter computador nem telemóveis com acesso à Internet. Às vezes dormia no carro e todo o dinheiro que ganhava era para a companheira.
O homem de 55 anos, residente em Portalegre, sofreu sempre calado e nunca pediu ajuda - angustiado, refugiou-se no álcool -, mas alguém denunciou a situação.
A GNR investigou e, na quinta-feira, deteve a mulher, dois anos mais velha do que a vítima, por exercer, de forma continuada, violência emocional e coação psicológica sobre o companheiro.
Nessa noite, a agressora dormiu no posto da GNR e esta quinta-feirs foi presente a tribunal. Não pode contactar nem aproximar-se da vítima. Vai ser vigiada com pulseira eletrónica.
Correio da Manhã

Vítima não podia ver os filhos nem confraternizar com ninguém.
Não podia ver os filhos nem confraternizar com ninguém; não podia aceder às redes sociais; não podia ter computador nem telemóveis com acesso à Internet. Às vezes dormia no carro e todo o dinheiro que ganhava era para a companheira.
O homem de 55 anos, residente em Portalegre, sofreu sempre calado e nunca pediu ajuda - angustiado, refugiou-se no álcool -, mas alguém denunciou a situação.
A GNR investigou e, na quinta-feira, deteve a mulher, dois anos mais velha do que a vítima, por exercer, de forma continuada, violência emocional e coação psicológica sobre o companheiro.
Nessa noite, a agressora dormiu no posto da GNR e esta quinta-feirs foi presente a tribunal. Não pode contactar nem aproximar-se da vítima. Vai ser vigiada com pulseira eletrónica.
Correio da Manhã