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Os radares instalados na cidade de Lisboa para controlo de excessos de velocidade registaram no primeiro semestre deste ano 58.603 infracções ao código da estrada, disse esta sexta-feira à agência Lusa o comandante da Polícia Municipal, André Gomes.
De acordo com os dados fornecidos pelo Comando da Polícia Municipal, sempre referentes ao primeiro semestre de 2010, o aparelho que mais fotografias captou com excessos de velocidade foi o instalado na avenida da Índia, com 25.675 registos.
Na avenida Brasília foram verificados 8.255 excessos de velocidade, e no túnel do Campo Grande, sentido norte-sul, 6.681 infractores. Na segunda circular, os dois radares instalados na zona das Calvanas e em Benfica, tiraram 3.229 fotografias de infracções ao limite de velocidade.
Durante os primeiros três meses do ano os radares registaram 16.589 infractores, e no segundo trimestre 42.014 situações de excesso de velocidade. O comandante da Policia Municipal explicou à agência Lusa que foram registadas «menos infracções», justificando que «possivelmente, os condutores têm mais consciência dos perigos dos excessos de velocidade e circulam mais devagar»
In Diário Digital
De acordo com os dados fornecidos pelo Comando da Polícia Municipal, sempre referentes ao primeiro semestre de 2010, o aparelho que mais fotografias captou com excessos de velocidade foi o instalado na avenida da Índia, com 25.675 registos.
Na avenida Brasília foram verificados 8.255 excessos de velocidade, e no túnel do Campo Grande, sentido norte-sul, 6.681 infractores. Na segunda circular, os dois radares instalados na zona das Calvanas e em Benfica, tiraram 3.229 fotografias de infracções ao limite de velocidade.
Durante os primeiros três meses do ano os radares registaram 16.589 infractores, e no segundo trimestre 42.014 situações de excesso de velocidade. O comandante da Policia Municipal explicou à agência Lusa que foram registadas «menos infracções», justificando que «possivelmente, os condutores têm mais consciência dos perigos dos excessos de velocidade e circulam mais devagar»
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