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Recluso no corredor da morte do Arizona pede para morrer há 18 anos. Será o primeiro a receber injeção letal desde 2022
Governadora do Arizona, Katie Hobbs, suspendeu todas as penas de morte na sequência de três execuções que correram mal, em 2022.
Aaron Brian Gunches, um recluso de 53 anos, está no corredor da morte do Arizona, nos EUA, desde 2008. O homem declarou-se culpado de rapto e homicídio em 2004, depois de ter matado a tiro o ex-marido da namorada, Ted Price. Em 2008 foi condenado a pena de morte.
Gunches, que renunciou ao direito de ter um advogado e optou por se representar a si mesmo desde o início, pede há vários anos que o processo de execução seja acelerado.
Segundo o Daily Mail, a execução do homicida, que será realizada através de injeção letal, estava prevista para abril de 2023, no entanto foi cancelada depois de a governadora do Arizona, Katie Hobbs, suspender todas as penas de morte na sequência de três execuções que correram mal, em 2022.
Em novembro de 2024 a procuradora-geral do Arizona, Kris Mayes, e Katie Hobbs anunciaram que iriam pedir novamente mandados de execução. Aaron Brian Gunches seria assim o primeiro recluso do Arizona a ser condenado à morte em dois anos.
No final do ano passado, Gunches escreveu uma carta ao Supremo Tribunal a insistir no agendamento da execução, alegando que o processo estava "há muito atrasado", avança o Daily Mail.
A 11 de fevereiro de 2025 foi apresentado um mandado de execução e a administração da injeção letal a Aaron Brian Gunches foi agendada para o dia 19 de março, esta quarta-feira, no Complexo Prisional do Estado do Arizona-Florence.
De acordo com o mesmo meio, Gouches não participou na audiência de 10 de março perante o Conselho de Clemência Executiva do Arizona, uma vez que renunciou ao direito à clemência a partir de 2022.
Corredor da morte do Arizona
De acordo com o Daily Mail, o estado norte-americano do Arizona tem 112 reclusos no corredor da morte e efetuou as últimas três execuções em 2022.
Clarence Dixon foi o primeiro, morto a 11 de maio desse ano, teve uma execução sangrenta e visivelmente dolorosa depois de os responsáveis pela administração da injeção letal não conseguirem encontrar a veia no braço durante cerca de 25 minutos. Foi então feito um corte para inserir o cateter na virilha.
Frank Atwood foi executado a 8 de junho de 2022 e terá ajudado os executores a encontrar a veia após 40 minutos de dificuldades.
Murray Hooper, o último, foi morto a 16 de novembro de 2022. Os funcionários passaram mais de um hora à procura da veia e acabaram por inserir o cateter na veia femoral.
"O Arizona tem um historial de execuções mal geridas que resultaram em sérias questões e preocupações sobre os protocolos de execução e a falta de transparência do ADCRR", afirmou Katie Hobbs em 2023, citada pelo Daily Mail.
Os reclusos que estão no corredor da morte do Arizona e que cometeram crimes antes de 23 de novembro de 1992 têm a opção de escolher entre a injeção letal ou a câmara de gás, que foi renovada em 2020 e utilizada pela última vez em 1999.
O estado norte-americano está a considerar uma lei que altera o método de execução do Arizona. A proposta pedirá aos eleitores, em 2026, que substituam a injeção letal por um pelotão de fuzilamento. No entanto, a câmara de gás continuaria como um dos métodos de execução para quem cometeu crimes antes de 23 de novembro de 1992.
Correio da Manhã

Governadora do Arizona, Katie Hobbs, suspendeu todas as penas de morte na sequência de três execuções que correram mal, em 2022.
Aaron Brian Gunches, um recluso de 53 anos, está no corredor da morte do Arizona, nos EUA, desde 2008. O homem declarou-se culpado de rapto e homicídio em 2004, depois de ter matado a tiro o ex-marido da namorada, Ted Price. Em 2008 foi condenado a pena de morte.
Gunches, que renunciou ao direito de ter um advogado e optou por se representar a si mesmo desde o início, pede há vários anos que o processo de execução seja acelerado.
Segundo o Daily Mail, a execução do homicida, que será realizada através de injeção letal, estava prevista para abril de 2023, no entanto foi cancelada depois de a governadora do Arizona, Katie Hobbs, suspender todas as penas de morte na sequência de três execuções que correram mal, em 2022.
Em novembro de 2024 a procuradora-geral do Arizona, Kris Mayes, e Katie Hobbs anunciaram que iriam pedir novamente mandados de execução. Aaron Brian Gunches seria assim o primeiro recluso do Arizona a ser condenado à morte em dois anos.
No final do ano passado, Gunches escreveu uma carta ao Supremo Tribunal a insistir no agendamento da execução, alegando que o processo estava "há muito atrasado", avança o Daily Mail.
A 11 de fevereiro de 2025 foi apresentado um mandado de execução e a administração da injeção letal a Aaron Brian Gunches foi agendada para o dia 19 de março, esta quarta-feira, no Complexo Prisional do Estado do Arizona-Florence.
De acordo com o mesmo meio, Gouches não participou na audiência de 10 de março perante o Conselho de Clemência Executiva do Arizona, uma vez que renunciou ao direito à clemência a partir de 2022.
Corredor da morte do Arizona
De acordo com o Daily Mail, o estado norte-americano do Arizona tem 112 reclusos no corredor da morte e efetuou as últimas três execuções em 2022.
Clarence Dixon foi o primeiro, morto a 11 de maio desse ano, teve uma execução sangrenta e visivelmente dolorosa depois de os responsáveis pela administração da injeção letal não conseguirem encontrar a veia no braço durante cerca de 25 minutos. Foi então feito um corte para inserir o cateter na virilha.
Frank Atwood foi executado a 8 de junho de 2022 e terá ajudado os executores a encontrar a veia após 40 minutos de dificuldades.
Murray Hooper, o último, foi morto a 16 de novembro de 2022. Os funcionários passaram mais de um hora à procura da veia e acabaram por inserir o cateter na veia femoral.
"O Arizona tem um historial de execuções mal geridas que resultaram em sérias questões e preocupações sobre os protocolos de execução e a falta de transparência do ADCRR", afirmou Katie Hobbs em 2023, citada pelo Daily Mail.
Os reclusos que estão no corredor da morte do Arizona e que cometeram crimes antes de 23 de novembro de 1992 têm a opção de escolher entre a injeção letal ou a câmara de gás, que foi renovada em 2020 e utilizada pela última vez em 1999.
O estado norte-americano está a considerar uma lei que altera o método de execução do Arizona. A proposta pedirá aos eleitores, em 2026, que substituam a injeção letal por um pelotão de fuzilamento. No entanto, a câmara de gás continuaria como um dos métodos de execução para quem cometeu crimes antes de 23 de novembro de 1992.
Correio da Manhã