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Relatório diz que homicida de Daniela Padrino é responsável pelos seus atos
João Pedro Oliveira está acusado do homicídio da ex-namorada, que atropelou sete vezes, em Matosinhos.
João Pedro Oliveira, acusado de homicídio qualificado da ex-namorada Daniela Padrino, e de condução perigosa - atropelou-a sete vezes para a matar -, é considerado imputável pelos seus atos, entende o responsável pelo relatório pericial pedido pelo tribunal. Segundo o relatório psiquiátrico, o arguido tem todas as capacidades e sabe bem o que faz. Diz o documento que tem grande capacidade de desculpar sempre os seus atos, quer ser sempre o centro das atenções e gosta de se "vangloriar com o seu percurso académico".
O relatório de sete páginas é claro e diz que caso fosse para um hospital psiquiátrico poderia aperfeiçoar ainda mais as suas técnicas de malvadez, já que é alguém que se adapta bem aos locais onde se encontra.
João Pedro Oliveira está a ser julgado no tribunal de Matosinhos pela morte da venezuelana Daniela Padrino, a 6 de junho de 2024, em S. Mamede de Infesta. Atropelou-a sete vezes. Em tribunal, confessou que se lembrava de dirigir o carro em direção à vítima, mas que depois "teve uma branca", e que não se lembrava do momento do crime. Pediu desculpa à família de Daniela.
Daniela vivia em Portugal há seis anos sozinha - os pais vivem nos Estados Unidos da América, onde ela cresceu e também viveu, mas nunca quis deixar o nosso país. Em Portugal tinha apenas uma prima. A mulher estava noiva e tinha casamento marcado, situação que pode ter desencadeado ainda mais a fúria do homicida, que nunca aceitou o fim da relação.
João Pedro Oliveira estava em liberdade condicional quando matou a venezuelana, depois de passar onze anos na cadeia por ter matado outra ex-namorada, à facada, em Castelo Branco.
Correio da Manhã

João Pedro Oliveira está acusado do homicídio da ex-namorada, que atropelou sete vezes, em Matosinhos.
João Pedro Oliveira, acusado de homicídio qualificado da ex-namorada Daniela Padrino, e de condução perigosa - atropelou-a sete vezes para a matar -, é considerado imputável pelos seus atos, entende o responsável pelo relatório pericial pedido pelo tribunal. Segundo o relatório psiquiátrico, o arguido tem todas as capacidades e sabe bem o que faz. Diz o documento que tem grande capacidade de desculpar sempre os seus atos, quer ser sempre o centro das atenções e gosta de se "vangloriar com o seu percurso académico".
O relatório de sete páginas é claro e diz que caso fosse para um hospital psiquiátrico poderia aperfeiçoar ainda mais as suas técnicas de malvadez, já que é alguém que se adapta bem aos locais onde se encontra.
João Pedro Oliveira está a ser julgado no tribunal de Matosinhos pela morte da venezuelana Daniela Padrino, a 6 de junho de 2024, em S. Mamede de Infesta. Atropelou-a sete vezes. Em tribunal, confessou que se lembrava de dirigir o carro em direção à vítima, mas que depois "teve uma branca", e que não se lembrava do momento do crime. Pediu desculpa à família de Daniela.
Daniela vivia em Portugal há seis anos sozinha - os pais vivem nos Estados Unidos da América, onde ela cresceu e também viveu, mas nunca quis deixar o nosso país. Em Portugal tinha apenas uma prima. A mulher estava noiva e tinha casamento marcado, situação que pode ter desencadeado ainda mais a fúria do homicida, que nunca aceitou o fim da relação.
João Pedro Oliveira estava em liberdade condicional quando matou a venezuelana, depois de passar onze anos na cadeia por ter matado outra ex-namorada, à facada, em Castelo Branco.
Correio da Manhã