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Sapadores em luta dão 15 dias ao Governo
Luís Montenegro recusa negociar “sob coação” e o Presidente da República diz “resolvam”. Sindicatos falam em “revolta natural”.
Os sapadores bombeiros reuniram-se esta quarta-feira de emergência para debater formas de luta para forçar o Governo a ceder às reivindicações, com a atualização das tabelas salariais e um suplemento de risco igual às forças de segurança à cabeça. Houve propostas de greve e fecho de quartéis, mas a decisão só será tomada no dia 20, “data da última reunião negocial”.
“O Governo sabe que os bombeiros sapadores têm razão nas propostas apresentadas. Se as coisas não correrem bem, o Governo não estará à espera que a gente passe o Natal descansados. É uma revolta natural”, avisa o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, Fernando Curto.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, diz que está a ”fazer o esforço possível” mas que “não vai decidir nunca na base de coação, nem ir muito além do que são as possibilidades do Governo”.
“É fundamental resolver esse problema, passaram mais de 20 anos, tem que ser resolvido”, apelou ontem o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, criticando a “queima de pneus e o uso de petardos e tochas nas manifestações”.
Correio da Manhã

Luís Montenegro recusa negociar “sob coação” e o Presidente da República diz “resolvam”. Sindicatos falam em “revolta natural”.
Os sapadores bombeiros reuniram-se esta quarta-feira de emergência para debater formas de luta para forçar o Governo a ceder às reivindicações, com a atualização das tabelas salariais e um suplemento de risco igual às forças de segurança à cabeça. Houve propostas de greve e fecho de quartéis, mas a decisão só será tomada no dia 20, “data da última reunião negocial”.
“O Governo sabe que os bombeiros sapadores têm razão nas propostas apresentadas. Se as coisas não correrem bem, o Governo não estará à espera que a gente passe o Natal descansados. É uma revolta natural”, avisa o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, Fernando Curto.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, diz que está a ”fazer o esforço possível” mas que “não vai decidir nunca na base de coação, nem ir muito além do que são as possibilidades do Governo”.
“É fundamental resolver esse problema, passaram mais de 20 anos, tem que ser resolvido”, apelou ontem o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, criticando a “queima de pneus e o uso de petardos e tochas nas manifestações”.
Correio da Manhã