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Sapadores em protesto deixam presentes de Natal "cheios de nada" na Câmara de Lisboa
Sindicato agendou manifestação nacional e greve para 15 de janeiro.
Mais de uma centena de bombeiros profissionais deixaram esta segunda-feira alguns presentes de Natal à porta da Câmara Municipal de Lisboa, no início de uma marcha de protesto que tem como destino a Assembleia da República.
Dos embrulhos constam os motivos para o protesto, nomeadamente a necessidade de disponibilidade permanente e a atribuição de um subsídio de risco de 50 euros.
Os manifestantes, quase todos com barretes pretos de pai-natal e camisolas negras com a inscrição "sem risco" "#sapadores em luta", vão percorrendo as ruas de Lisboa ao som de canções de Natal amplificadas por um megafone, interrompidas de vez em quando com gritos de 'sapadores em luta'.
O Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS) também anunciou, esta sexta-feira, a marcação de uma greve nacional para 15 de janeiro e a convocação de uma manifestação para junto da Assembleia da República. O presidente, Ricardo Cunha, explicou que a greve é a "resposta à falta de vontade" do Governo em negociar os aumentos pedidos.
Correio da Manhã

Sindicato agendou manifestação nacional e greve para 15 de janeiro.
Mais de uma centena de bombeiros profissionais deixaram esta segunda-feira alguns presentes de Natal à porta da Câmara Municipal de Lisboa, no início de uma marcha de protesto que tem como destino a Assembleia da República.
Dos embrulhos constam os motivos para o protesto, nomeadamente a necessidade de disponibilidade permanente e a atribuição de um subsídio de risco de 50 euros.
Os manifestantes, quase todos com barretes pretos de pai-natal e camisolas negras com a inscrição "sem risco" "#sapadores em luta", vão percorrendo as ruas de Lisboa ao som de canções de Natal amplificadas por um megafone, interrompidas de vez em quando com gritos de 'sapadores em luta'.
O Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS) também anunciou, esta sexta-feira, a marcação de uma greve nacional para 15 de janeiro e a convocação de uma manifestação para junto da Assembleia da República. O presidente, Ricardo Cunha, explicou que a greve é a "resposta à falta de vontade" do Governo em negociar os aumentos pedidos.
Correio da Manhã