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Informação Se sofre de alergias na primavera, mantenha-se afastado destas flores

Lordelo

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A primavera não é apenas sinónimo de dias mais quentes. As flores aumentam os pólens no ar por esta altura do ano, o que acaba por ser preocupante para quem sofre de alergias. Existem algumas variedades que podem ser ainda mais preocupantes.


Alergias: As piores flores


Existem cuidados que pode ter durante esta altura, mas afastar-se de certas plantas e flores é algo que pode sempre acabar por fazer. Sabe que espécies convém mesmo evitar nesta altura? O website Heraldo de Mexico explicou tudo.


Desta forma, as margaridas e a camomila são duas das plantas que mais afetam as pessoas com alergias nesta altura do ano. Espirros, congestão nasal, comichão nos olhos e dificuldade em respirar são alguns dos sintomas que acabam por sentir.





Por outro lado, os girassóis também podem ser bastante preocupantes nesta altura do ano. A concentração de polén pode aumentar quando estão por perto.


As melhores flores para quem sofre de alergias


Por outro lado, podem existir plantas que não afetam tanto as pessoas que pessoas que sofrem de alergias. O website partilhou algumas das que pode oferecer e até ter em casa. Dão o exemplo dos narcisos, mas também dos lírios e até das tulipas. Já os jacintos e as rosas também acabam por ser boas escolhas.


O que deve fazer para reduzir (ao máximo) a exposição aos alergénios


Quem tem alergia não aprecia especialmente a primavera. Infelizmente, "os pólenes libertados pelas plantas e árvores que florescem por esta altura são transportados pelo vento", isto faz com que "nem todos conseguem "desfrutar com qualidade desta estação tão bonita", explica Mariana Lobato, uma imunoalergologista, num comunicado da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).


Segundo a especialista, "a rinite alérgica (pingo no nariz, espirros, comichão no nariz e na garganta e congestão nasal), a conjuntivite alérgica (olhos vermelhos, lacrimejo, sensação de areia nos olhos) e a asma (tosse, cansaço, pieira e falta de ar) são as alergias que mais comumente se associam a esta altura do ano".


Para conseguir aproveitar os próximos tempos, sem os sintomas de alergias, convém minimizar a exposição a alergénios. Felizmente a SPAIC, com a ajuda de Mariana Lobato, ofereceu alguns conselhos simples e fáceis de colocar em prática.


O que deve fazer para reduzir (ao máximo) a exposição aos alergénios:


"Evite áreas exteriores onde é expectável existir elevada concentração de pólenes como os parques/zonas de arborização";
"Evite sair em horários de pico polínico". Trata-se de algo "mais abundante nas primeiras horas da manhã e ao final da tarde";
"Evite o exercício físico/prática de desportos exteriores durante a época polínica";
"Esteja atento à previsão de pólenes." Isto pode ajudar a planear "viagens e a adequação de estratégias de prevenção";
"Mantenha janelas de casa e dos carros fechadas durante os meses de maior concentração de pólen e utilize filtros de ar com tecnologia HEPA";
"Use máscara para cobrir o nariz e a boca ao sair ao ar livre pode ajudar a reduzir a inalação de pólen, especialmente em dias de vento forte";
"Utilize óculos escuros no exterior para proteger os olhos";
"Troque de roupa e tome banho ao chegar a casa." Isto pode "ajudar a remover os resíduos polínicos que se aderem às roupas e cabelo";
Proteja a pele da exposição solar excessiva ao longo de todo o ano e "especialmente nos meses solarengos". "Use proteção solar, chapéu e óculos de sol."

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