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Suécia e Dinamarca com forças especiais para exercícios de treino na Gronelândia sob comando da NATO
Novos exercícios fazem parte dos planos da Aliança Atlântica para o fortalecimento militar da região do Ártico.
A Aliança Atlântica reuniu unidades de forças especiais da Suécia e da Dinamarca para exercícios de treino na Gronelândia, as primeiras manobras desde o lançamento da Operação Sentinela Ártica,
Os novos exercícios militares da NATO na Gronelândia vão estar sob a coordenação do Comando Conjunto Norfolk (JFC Norfolk) e fazem parte dos planos da Aliança Atlântica para o fortalecimento militar da região do Ártico.
Paralelamente, as manobras incluem exercícios nacionais como o Arctic Endurance da Dinamarca e o Cold Response da Noruega, nos quais dezenas de milhares de militares operam com o objetivo de melhorar a coordenação das forças da NATO.
No âmbito do destacamento, um pelotão de Rangers da Força Aérea Sueca foi enviado para a Gronelândia para treinar durante duas semanas ao lado das Forças Armadas Dinamarquesas, com o fim de reforçar a segurança regional e praticar a defesa do flanco norte aliado.
A Suécia contribui também com aviões de combate destacados para a missão de vigilância aérea da NATO na Islândia.
Segundo a NATO, o exercício também vai proporcionar uma oportunidade para testar os equipamentos, os materiais e os sistemas de comunicação das unidades e avaliar o comportamento ao clima ártico.
"Na Gronelândia, estamos a desenvolver as capacidades da unidade num ambiente exigente, concentrados no combate, na deslocação em terrenos difíceis, nos cuidados médicos e no treino conjunto com os aliados", afirmou o comandante da Companhia de Rangers da Força Aérea Sueca, Emil Fechtner.
Entretanto, a Força Aérea alemã informou que os caças Eurofighter já se encontram na Islândia para operar ao lado dos aviões Gripen suecos e dos F-35 dinamarqueses.
Estas manobras surgem após o lançamento, pela NATO, da operação na semana passada, sendo uma operação de treino para a preparação do reforço da segurança no Ártico.
Resultam de um acordo estabelecido entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, após a crise desencadeada pelas tentativas de Washington de assumir o controlo da Gronelândia, justificado com a necessidade de ali instalar defesas anti-míssil dos Estados Unidos.
Correio da Manhã
Novos exercícios fazem parte dos planos da Aliança Atlântica para o fortalecimento militar da região do Ártico.
A Aliança Atlântica reuniu unidades de forças especiais da Suécia e da Dinamarca para exercícios de treino na Gronelândia, as primeiras manobras desde o lançamento da Operação Sentinela Ártica,
Os novos exercícios militares da NATO na Gronelândia vão estar sob a coordenação do Comando Conjunto Norfolk (JFC Norfolk) e fazem parte dos planos da Aliança Atlântica para o fortalecimento militar da região do Ártico.
Paralelamente, as manobras incluem exercícios nacionais como o Arctic Endurance da Dinamarca e o Cold Response da Noruega, nos quais dezenas de milhares de militares operam com o objetivo de melhorar a coordenação das forças da NATO.
No âmbito do destacamento, um pelotão de Rangers da Força Aérea Sueca foi enviado para a Gronelândia para treinar durante duas semanas ao lado das Forças Armadas Dinamarquesas, com o fim de reforçar a segurança regional e praticar a defesa do flanco norte aliado.
A Suécia contribui também com aviões de combate destacados para a missão de vigilância aérea da NATO na Islândia.
Segundo a NATO, o exercício também vai proporcionar uma oportunidade para testar os equipamentos, os materiais e os sistemas de comunicação das unidades e avaliar o comportamento ao clima ártico.
"Na Gronelândia, estamos a desenvolver as capacidades da unidade num ambiente exigente, concentrados no combate, na deslocação em terrenos difíceis, nos cuidados médicos e no treino conjunto com os aliados", afirmou o comandante da Companhia de Rangers da Força Aérea Sueca, Emil Fechtner.
Entretanto, a Força Aérea alemã informou que os caças Eurofighter já se encontram na Islândia para operar ao lado dos aviões Gripen suecos e dos F-35 dinamarqueses.
Estas manobras surgem após o lançamento, pela NATO, da operação na semana passada, sendo uma operação de treino para a preparação do reforço da segurança no Ártico.
Resultam de um acordo estabelecido entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, após a crise desencadeada pelas tentativas de Washington de assumir o controlo da Gronelândia, justificado com a necessidade de ali instalar defesas anti-míssil dos Estados Unidos.
Correio da Manhã
