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Três gerentes de bares na Bélgica suspeitos de adulterar bebidas para violar 41 mulheres
Um dos suspeitos foi detido.
Pelo menos 41 mulheres terão sido violadas e agredidas sexualmente por três gerentes de bares em Kortrijk, na Bélgica. Um dos suspeitos foi detido, outro será presente a um juiz.
De acordo com o The Guardian, as autoridades belgas afirmam que as mulheres foram drogadas, através de bebidas adulteradas com cetamina - um anestésico e sedativo indicado para cirurgias de curta duração ou procedimentos médicos.
Griet De Prest, porta-voz do Ministério Público belga, revelou que as os alegados abusos às 41 vítimas identificadas ocorreram entre dezembro de 2021 e dezembro do ano passado.
Os três homens estão acusados de violação, agressão sexual e administração ilegal de substâncias nocivas.
“As jovens recebiam doses de álcool, geralmente com sabor de amaretto (licor de origem italiana) e acordavam na manhã seguinte numa cama desconhecida ou na sua própria cama, com evidências claras de abuso sexual”, disse Tom Janssens, outro porta-voz do Ministério Público belga à televisão pública flamenga VRT, citada pelo The Guardian.
O ministro do Interior da Bélgica, Bernard Quintin, denunciou os supostos ataques como “inaceitáveis” e criticou a facilidade da obtenção de cetamina.
Correio da Manhã

Um dos suspeitos foi detido.
Pelo menos 41 mulheres terão sido violadas e agredidas sexualmente por três gerentes de bares em Kortrijk, na Bélgica. Um dos suspeitos foi detido, outro será presente a um juiz.
De acordo com o The Guardian, as autoridades belgas afirmam que as mulheres foram drogadas, através de bebidas adulteradas com cetamina - um anestésico e sedativo indicado para cirurgias de curta duração ou procedimentos médicos.
Griet De Prest, porta-voz do Ministério Público belga, revelou que as os alegados abusos às 41 vítimas identificadas ocorreram entre dezembro de 2021 e dezembro do ano passado.
Os três homens estão acusados de violação, agressão sexual e administração ilegal de substâncias nocivas.
“As jovens recebiam doses de álcool, geralmente com sabor de amaretto (licor de origem italiana) e acordavam na manhã seguinte numa cama desconhecida ou na sua própria cama, com evidências claras de abuso sexual”, disse Tom Janssens, outro porta-voz do Ministério Público belga à televisão pública flamenga VRT, citada pelo The Guardian.
O ministro do Interior da Bélgica, Bernard Quintin, denunciou os supostos ataques como “inaceitáveis” e criticou a facilidade da obtenção de cetamina.
Correio da Manhã