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Tribunal liberta português que lançou o terror em cidade francesa
Suspeito fugiu de um hospital psiquiátrico, entrou armado com um barrote de madeira e ameaçou vários fiéis.
Um português de 49 anos, que a 6 de março último lançou o pânico na cidade francesa de Annecy, chegando a sequestrar e ameaçar fiéis numa igreja com um barrote de madeira, foi esta quarta-feira libertado por um juiz local. Ficou, apenas, proibido de entrar em locais de culto.
Segundo a imprensa local, o suspeito estava em prisão preventiva desde o dia em que foi preso. O raid de violência do português começou depois de este ter fugido de um hospital psiquiátrico. Armado com um barrote de madeira, entrou numa igreja católica, e causou extensos danos. Ameaçou vários fiéis que se encontravam na missa, mas sem agredir ninguém.
Tresloucado, começou a caminhar sem destino nas ruas de Annecy. Antes de ser detido, causou danos numa agência bancária, e num laboratório de análises médicas.
O português viria a ser submetido a uma avaliação psiquiátrica, que acusou problemas mentais.
O advogado, no entanto, requereu ao tribunal uma contra-perícia. Assim, um juiz determinou a libertação do português, que fica apenas proibido de entrar em igrejas até à realização da próxima audiência judicial, a 14 de maio.
Correio da Manhã

Suspeito fugiu de um hospital psiquiátrico, entrou armado com um barrote de madeira e ameaçou vários fiéis.
Um português de 49 anos, que a 6 de março último lançou o pânico na cidade francesa de Annecy, chegando a sequestrar e ameaçar fiéis numa igreja com um barrote de madeira, foi esta quarta-feira libertado por um juiz local. Ficou, apenas, proibido de entrar em locais de culto.
Segundo a imprensa local, o suspeito estava em prisão preventiva desde o dia em que foi preso. O raid de violência do português começou depois de este ter fugido de um hospital psiquiátrico. Armado com um barrote de madeira, entrou numa igreja católica, e causou extensos danos. Ameaçou vários fiéis que se encontravam na missa, mas sem agredir ninguém.
Tresloucado, começou a caminhar sem destino nas ruas de Annecy. Antes de ser detido, causou danos numa agência bancária, e num laboratório de análises médicas.
O português viria a ser submetido a uma avaliação psiquiátrica, que acusou problemas mentais.
O advogado, no entanto, requereu ao tribunal uma contra-perícia. Assim, um juiz determinou a libertação do português, que fica apenas proibido de entrar em igrejas até à realização da próxima audiência judicial, a 14 de maio.
Correio da Manhã