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Violentos confrontos armados entre polícias e traficantes provocam pânico e duas mortes em Copacabana
Criminoso considerado extremamente perigoso e conhecido pela alcunha de “Cheio de Ódio” é uma da vítimas a registar.
Violentos confrontos com armas de guerra entre agentes de elite da polícia e traficantes de droga provocaram pânico em várias ruas e avenidas de Copacabana, o mais famoso bairro da cidade brasileira do Rio de Janeiro esta terça-feira e deixaram pelo menos duas pessoas mortas. Uma delas, segundo a polícia, era o chefe do tráfico na favela dos Tabajaras, palco dos confrontos, um criminoso considerado extremamente perigoso e conhecido pela alcunha de “Cheio de Ódio”, e a outra vítima foi um criminoso não identificado pelas autoridades.
A favela fica no alto do morro que separa Copacabana do vizinho bairro de Botafogo, outro bastante tradicional e muito frequentado por turistas brasileiros e estrangeiros, e os diversos tiroteios registados desde o início da manhã provocaram muita correria de moradores, transeuntes e automobilistas. Para fugirem das balas das espingardas de guerra usadas tanto por agentes da Core, Coordenadoria de Operações Especiais da Polícia Civil (Judiciária) quanto pelos criminosos, pessoas correram em desespero tentando proteger-se onde dava e como dava, muitas delas gritando apavoradas, como mostram vídeos que circulam em redes sociais.
Na Rua Real Grandeza, no lado do bairro de Botafogo, motoristas fizeram manobras arriscadas para tentarem deixar a via, provocando ainda mais confusão. Na Rua Pinheiro Guimarães, automobilistas foram surpreendidos pela inesperada chegada de um longo comboio de carros da polícia, que fechou a rua, e, sem poderem tirar os veículos dali, simplesmente abandonaram-nos.
Escolas públicas e particulares que ficam perto da favela e da principal entrada, a Ladeira dos Tabajaras, no coração da elegante Copacabana, trancaram alunos e funcionários dentro das salas para os proteger. O comércio local fechou as portas, e moradores, apanhados de surpresa, não puderam ir trabalhar.
A grande operação tinha como objetivo oficial prender os assassinos de um agente da própria corporação, João Pedro Marquini, de 38 anos, morto a tiro no passado dia 30 de Março. Ele e a mulher, a juiza Tula Melo, foram cercados por assaltantes, que a polícia garante serem da favela Tabajaras, ao voltarem para casa nessa noite, e o agente saiu do carro para reagir e foi morto, enquanto a esposa, que ia num outro carro, blindado, escapou à saraivada de tiros e fugiu.
Correio da Manhã

Criminoso considerado extremamente perigoso e conhecido pela alcunha de “Cheio de Ódio” é uma da vítimas a registar.
Violentos confrontos com armas de guerra entre agentes de elite da polícia e traficantes de droga provocaram pânico em várias ruas e avenidas de Copacabana, o mais famoso bairro da cidade brasileira do Rio de Janeiro esta terça-feira e deixaram pelo menos duas pessoas mortas. Uma delas, segundo a polícia, era o chefe do tráfico na favela dos Tabajaras, palco dos confrontos, um criminoso considerado extremamente perigoso e conhecido pela alcunha de “Cheio de Ódio”, e a outra vítima foi um criminoso não identificado pelas autoridades.
A favela fica no alto do morro que separa Copacabana do vizinho bairro de Botafogo, outro bastante tradicional e muito frequentado por turistas brasileiros e estrangeiros, e os diversos tiroteios registados desde o início da manhã provocaram muita correria de moradores, transeuntes e automobilistas. Para fugirem das balas das espingardas de guerra usadas tanto por agentes da Core, Coordenadoria de Operações Especiais da Polícia Civil (Judiciária) quanto pelos criminosos, pessoas correram em desespero tentando proteger-se onde dava e como dava, muitas delas gritando apavoradas, como mostram vídeos que circulam em redes sociais.
Na Rua Real Grandeza, no lado do bairro de Botafogo, motoristas fizeram manobras arriscadas para tentarem deixar a via, provocando ainda mais confusão. Na Rua Pinheiro Guimarães, automobilistas foram surpreendidos pela inesperada chegada de um longo comboio de carros da polícia, que fechou a rua, e, sem poderem tirar os veículos dali, simplesmente abandonaram-nos.
Escolas públicas e particulares que ficam perto da favela e da principal entrada, a Ladeira dos Tabajaras, no coração da elegante Copacabana, trancaram alunos e funcionários dentro das salas para os proteger. O comércio local fechou as portas, e moradores, apanhados de surpresa, não puderam ir trabalhar.
A grande operação tinha como objetivo oficial prender os assassinos de um agente da própria corporação, João Pedro Marquini, de 38 anos, morto a tiro no passado dia 30 de Março. Ele e a mulher, a juiza Tula Melo, foram cercados por assaltantes, que a polícia garante serem da favela Tabajaras, ao voltarem para casa nessa noite, e o agente saiu do carro para reagir e foi morto, enquanto a esposa, que ia num outro carro, blindado, escapou à saraivada de tiros e fugiu.
Correio da Manhã