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‘Lesados de Raquel’ sem dinheiro um ano após a morte
Bancária desviou milhões de euros de dezenas de contas dos clientes. Não terá aguentado a vergonha e atirou-se de carro ao mar.
Há um ano, as chefias do BCP descobriram o desfalque da bancária Raquel Godinho, que desviou milhões de euros de dezenas de contas dos clientes, a partir da sucursal da Ericeira. Raquel não terá aguentado a vergonha e atirou-se de carro, com a mãe e os dois filhos dentro do mesmo, ao mar, no Cabo Raso, em Cascais, a 7 de dezembro de 2023.
A bancária e a mãe morreram, os dois menores sobreviveram. Um ano depois, os ‘lesados de Raquel’ continuam, quase todos, sem receber o que lhes foi tirado e sem terem sido ouvidos por parte do Ministério Público.
“Parece que o MP não está com o empenho necessário para apurar os factos. Perante isto, decidimos que, a partir de fevereiro [oito meses após entrada da queixa], vamos avançar pela via cível contra o banco”, resumiu o advogado Pedro Proença, que representa cinco lesados.
O banco deveria ter assegurado que “os depósitos destes clientes estavam a ser salvaguardados e, por isso, falhou com a função de fiel depositário”, complementou o advogado que prevê que a queixa-crime contra o Millennium seja “demorada”. O banco continua sem dar esclarecimentos.
Correio da Manhã

Bancária desviou milhões de euros de dezenas de contas dos clientes. Não terá aguentado a vergonha e atirou-se de carro ao mar.
Há um ano, as chefias do BCP descobriram o desfalque da bancária Raquel Godinho, que desviou milhões de euros de dezenas de contas dos clientes, a partir da sucursal da Ericeira. Raquel não terá aguentado a vergonha e atirou-se de carro, com a mãe e os dois filhos dentro do mesmo, ao mar, no Cabo Raso, em Cascais, a 7 de dezembro de 2023.
A bancária e a mãe morreram, os dois menores sobreviveram. Um ano depois, os ‘lesados de Raquel’ continuam, quase todos, sem receber o que lhes foi tirado e sem terem sido ouvidos por parte do Ministério Público.
“Parece que o MP não está com o empenho necessário para apurar os factos. Perante isto, decidimos que, a partir de fevereiro [oito meses após entrada da queixa], vamos avançar pela via cível contra o banco”, resumiu o advogado Pedro Proença, que representa cinco lesados.
O banco deveria ter assegurado que “os depósitos destes clientes estavam a ser salvaguardados e, por isso, falhou com a função de fiel depositário”, complementou o advogado que prevê que a queixa-crime contra o Millennium seja “demorada”. O banco continua sem dar esclarecimentos.
Correio da Manhã