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Apple quer sanções contra a Samsung por ter divulgado provas excluídas de processo

florindo

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A Apple apresentou uma moção em tribunal onde defende que a Samsung deve ser sancionada por ter divulgado à imprensa documentos com provas que foram excluídas do processo de patentes que opõe as duas empresas nos EUA.
O pedido foi apresentado no tribunal norte-americano onde arrancou esta semana um dos principais processos entre as duas fabricantes, centrado em acusações de violação de patentes.
Desta vez a polémica está em torno da decisão da Samsung de ter disponibilizado à imprensa um conjunto de documentos com provas que foram excluídas do processo.
Para os advogados da Apple «esta tentativa deliberada de influenciar o julgamento com provas não admitidas é não só imprópria, mas também não ética», daí pedirem à juíza Lucy Koh, que preside o julgamento, que imponha «sanções e outras medidas que possam ser apropriadas», lê-se na moção, citada pelo portal Computerworld.
Os documentos em causa apresentam imagens de um dispositivo com elementos semelhantes ao iPhone, datado do período anterior ao lançamento do smparthone da Apple, que a Samsung pretendia apresentar aos membros do júri como prova no processo.
Apesar de estes documentos terem sido rejeitados como prova pela juíza, que impediu a Samsung de os apresentar em tribunal, a fabricante sul-coreana resolveu disponibilizá-los à imprensa, o que motivou fortes críticas por parte da Apple, que alega que ao tornar públicos os documentos a concorrente pretende influenciar o colectivo de jurados.
Além de divulgar os documentos a fabricante asiática emitiu um comunicado onde defende que «a exclusão pela juíza de provas sobre a criação independente significa que mesmo que a Apple esteja autorizada a argumentar de forma imprecisa com o júri que o F700 era uma cópia do iPhone, a Samsung não teve permissão para contar a história completa».
Na mesma nota a Samsung sublinha que «as provas excluídas iriam provar além de qualquer dúvida que a Samsung não copiou o design do iPhone».
Sobre a publicação dos documentos, o advogado da Samsung afirmou em tribunal que autorizou a sua divulgação depois de vários jornalistas terem pedido acesso à informação, acrescentando ainda que os documentos já tinham sido tornado públicado anteriormente.
Citado pelo Computerworld, John Quinn realçou que esta iniciativa nunca teve como objectivo influenciar a decisão do júri.

Fonte: SOL
 
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