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ASAE apreende 72 embalagens de medicamentos em combate à usurpação de funções
Fiscalização foi dirigida um estabelecimento com atividade de parafarmácia e estabelecimento de saúde que se dedicava à prática de atos de medicina estética.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 72 embalagens de medicamentos durante uma operação de combate à usurpação de funções de atos médicos, no concelho do Porto, e foram constituídos dois arguidos, foi este sábado anunciado.
A informação consta de comunicados da ASAE e da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que também participou na ação conjunta de fiscalização da ASAE e do INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento, dirigida a um estabelecimento com atividade de parafarmácia e estabelecimento de saúde que se dedicava à prática de atos de medicina estética.
"Durante a ação apurou-se que três das pessoas que efetuavam procedimentos médicos associados à estética, designadamente a aplicação de toxina botulínica, ácido hialurónico e fios tensores, apesar de informarem os consumidores que detinham títulos académicos válidos para o efeito, com origem em países da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], as mesmas não se encontram registadas na Ordem dos Médicos", referem a ASAE e a ERS.
Correio da Manhã

Fiscalização foi dirigida um estabelecimento com atividade de parafarmácia e estabelecimento de saúde que se dedicava à prática de atos de medicina estética.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 72 embalagens de medicamentos durante uma operação de combate à usurpação de funções de atos médicos, no concelho do Porto, e foram constituídos dois arguidos, foi este sábado anunciado.
A informação consta de comunicados da ASAE e da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que também participou na ação conjunta de fiscalização da ASAE e do INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento, dirigida a um estabelecimento com atividade de parafarmácia e estabelecimento de saúde que se dedicava à prática de atos de medicina estética.
"Durante a ação apurou-se que três das pessoas que efetuavam procedimentos médicos associados à estética, designadamente a aplicação de toxina botulínica, ácido hialurónico e fios tensores, apesar de informarem os consumidores que detinham títulos académicos válidos para o efeito, com origem em países da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], as mesmas não se encontram registadas na Ordem dos Médicos", referem a ASAE e a ERS.
Correio da Manhã