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Autoridades iranianas anunciam ataque a dois navios no Estreito de Ormuz
Navio israelita e cargueiro tailandês ignoraram os avisos das forças navais do Irão.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou, esta quarta-feira, ter atingido um navio israelita com bandeira da Libéria e um cargueiro tailandês que entraram no Estreito de Ormuz após ignorarem os avisos das forças navais do Irão.
"O navio israelita 'Express Rome', que tem bandeira da Libéria", e o cargueiro "Mayuree Naree" foram atingidos por projéteis iranianos e parados depois de ignorarem os avisos da Guarda Revolucionária, disse a força armada ideológica do regime iraniano, num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana ISNA.
O comandante das forças navais iranianas, Alireza Tangsiri, declarou na rede social X que "qualquer navio que deseje passar pelo estreito deve obter permissão do Irão" antes de entrar.
Um navio porta-contentores, um navio cargueiro e um graneleiro foram atingidos, esta quarta-feira, por "projéteis desconhecidos" nesta região, segundo o Centro de Operações do Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), que registou 17 incidentes envolvendo navios nesta zona desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.
A Marinha tailandesa confirmou que o graneleiro "Mayuree Naree" foi atacado no Estreito de Ormuz, acrescentando que 20 dos 23 tripulantes já foram resgatados.
Esta quarta-feira, de acordo com o jornal grego Naftemporiki, um navio graneleiro de propriedade grega foi atingido por um projétil de origem desconhecida perto do Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico.
A Guarda Revolucionária enfatizou que o Estreito de Ormuz continua sob a "gestão inteligente" das suas forças navais e advertiu que "os agressores norte-americanos e os seus parceiros não têm o direito de transitar" por esta via navegável.
O Irão afirmou, esta quarta-feira, que não permitirá que "um único litro de petróleo" passe pelo Estreito de Ormuz em benefício dos Estados Unidos, de Israel ou dos seus parceiros, e que qualquer embarcação ligada a estes será um "alvo legítimo" para Teerão.
A situação no Estreito de Ormuz --- por onde passam aproximadamente 20% do petróleo mundial e uma grande parte dos minerais estratégicos --- alterou o mercado internacional do petróleo depois de a Guarda Revolucionária do Irão ter ameaçado atacar qualquer navio que o atravessasse.
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou na noite de terça-feira ter destruído "vários navios de guerra iranianos" perto do Estreito de Ormuz, incluindo 16 navios lança-minas, no âmbito dos seus ataques contra o Irão, que acusa de ameaçar a "liberdade de navegação".
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".
Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.
Correio da Manhã
Navio israelita e cargueiro tailandês ignoraram os avisos das forças navais do Irão.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou, esta quarta-feira, ter atingido um navio israelita com bandeira da Libéria e um cargueiro tailandês que entraram no Estreito de Ormuz após ignorarem os avisos das forças navais do Irão.
"O navio israelita 'Express Rome', que tem bandeira da Libéria", e o cargueiro "Mayuree Naree" foram atingidos por projéteis iranianos e parados depois de ignorarem os avisos da Guarda Revolucionária, disse a força armada ideológica do regime iraniano, num comunicado divulgado pela agência de notícias iraniana ISNA.
O comandante das forças navais iranianas, Alireza Tangsiri, declarou na rede social X que "qualquer navio que deseje passar pelo estreito deve obter permissão do Irão" antes de entrar.
Um navio porta-contentores, um navio cargueiro e um graneleiro foram atingidos, esta quarta-feira, por "projéteis desconhecidos" nesta região, segundo o Centro de Operações do Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), que registou 17 incidentes envolvendo navios nesta zona desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.
A Marinha tailandesa confirmou que o graneleiro "Mayuree Naree" foi atacado no Estreito de Ormuz, acrescentando que 20 dos 23 tripulantes já foram resgatados.
Esta quarta-feira, de acordo com o jornal grego Naftemporiki, um navio graneleiro de propriedade grega foi atingido por um projétil de origem desconhecida perto do Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico.
A Guarda Revolucionária enfatizou que o Estreito de Ormuz continua sob a "gestão inteligente" das suas forças navais e advertiu que "os agressores norte-americanos e os seus parceiros não têm o direito de transitar" por esta via navegável.
O Irão afirmou, esta quarta-feira, que não permitirá que "um único litro de petróleo" passe pelo Estreito de Ormuz em benefício dos Estados Unidos, de Israel ou dos seus parceiros, e que qualquer embarcação ligada a estes será um "alvo legítimo" para Teerão.
A situação no Estreito de Ormuz --- por onde passam aproximadamente 20% do petróleo mundial e uma grande parte dos minerais estratégicos --- alterou o mercado internacional do petróleo depois de a Guarda Revolucionária do Irão ter ameaçado atacar qualquer navio que o atravessasse.
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) afirmou na noite de terça-feira ter destruído "vários navios de guerra iranianos" perto do Estreito de Ormuz, incluindo 16 navios lança-minas, no âmbito dos seus ataques contra o Irão, que acusa de ameaçar a "liberdade de navegação".
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano".
Em resposta, o Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também atingiram Chipre, Azerbaijão e Turquia.
Correio da Manhã
