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Segundo o website do Hospital da Luz, dadas as suas características comuns, o cancro que se desenvolve no cólon ou no reto é designado também de cancro colorretal. Saiba como se desenvolve, os sintomas, os grupos de risco e as opções de tratamento.
O que é o cancro colorretal?
O cancro no cólon e no reto, de acordo com o Hospital da Luz, desenvolve-se a partir de uma célula ou de um grupo de células do revestimento interno da parede intestinal (mucosa).
Estas células multiplicam-se até formarem um pequeno tumor não canceroso (benigno) intitulado pólipo. À medida que cresce, um pólipo pode transformar-se em cancro, algo que pode dever-se a alterações ou mutações, hereditárias ou espontâneas dos genes que controlam as células.
Quais os sintomas do cancro colorretal?
O Hospital da Luz lista os sintomas mais comuns do cancro colorretal.
- Alteração dos hábitos intestinais: obstipação, diarreia ou, mais frequentemente, uma alternância das duas;
- Dor abdominal (constante ou em cólica): neste caso, a dor pode acompanhar-se de sensação de distensão abdominal, náuseas e vómitos;
- Perda de sangue pelo ânus, misturado ou não com as fezes e de cor vermelho vivo, castanho escuro ou mesmo preto (neste caso, as fezes podem adquirir o aspeto característico de "borra de café");
- Emissão de muco pelo ânus, misturado ou não com as fezes;
- Perda de peso sem razão aparente;
- Cansaço constante;
- Náuseas ou vómitos.
Quais são os grupos de risco?
A idade é um dos principais fatores de risco sendo que mais de 90% destes tumores são diagnosticados em pessoas com mais de 40 anos. A maioria é diagnosticada entre os 50 e os 70 anos.
Há ainda outros fatores a serem considerados, nomeadamente:
- História pessoal de cancro da mama, útero ou ovário;
- Doença inflamatória intestinal (colite ulcerosa ou doença de Crohn);
- História familiar ou pessoal de pólipos ou de cancro colorretal;
- Consumo de tabaco.
Quais os tratamentos do cancro colorretal?
De acordo com o website do IPO de Lisboa, as opções de tratamento dependem de vários fatores, podendo incluir quimioterapia, radioterapia, cirurgia e técnicas endoscópicas.
O tratamento pode iniciar-se por cirurgia, quimioradioterapia ou radioterapia, consoante a localização e o estadio do tumor. Se este desaparecer com a radioterapia ou se todo o tecido invadido for removido durante a cirurgia, o tratamento pode ser curativo.
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