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Catão em casa com vista para o Estádio do Dragão
Arguido suspeito das agressões a sócios do FC Porto e a jornalistas, na assembleia geral do clube, já está com pulseira eletrónica.
Vítor Catão já está em casa, em Gondomar, onde vai ficar a aguardar julgamento em prisão domiciliária com pulseira eletrónica. A moradia de três andares fica num bairro que tem vista para o Estádio do Dragão.
destacado adepto portista, que se tornou uma estrela das redes sociais pelos vídeos inflamados que fazia em direto sobre futebol, é um dos 12 arguidos da ‘Operação Pretoriano’, que levou também à detenção de Fernando Madureira, chefe dos Super Dragões e da mulher, Sandra.
O arguido chegou a casa às 11h10, numa carrinha celular e saiu algemado, com a cabeça coberta por um capuz. A advogada de Catão, Susana Mourão, acompanhou a chegada, assim como a mulher e os filhos do ex-dirigente do São Pedro da Cova, que o aguardavam em casa, onde lhe foi colocada a pulseira eletrónica.
Catão estava preso na cadeia de Aveiro desde o dia 7, quando o juiz Pedro Miguel Vieira decretou a medida privativa de liberdade. É suspeito de agressões a sócios do Porto durante a assembleia geral do clube, em novembro, quando ameaçou e tentou também agredir jornalistas.
Correio da Manhã

Arguido suspeito das agressões a sócios do FC Porto e a jornalistas, na assembleia geral do clube, já está com pulseira eletrónica.
Vítor Catão já está em casa, em Gondomar, onde vai ficar a aguardar julgamento em prisão domiciliária com pulseira eletrónica. A moradia de três andares fica num bairro que tem vista para o Estádio do Dragão.
destacado adepto portista, que se tornou uma estrela das redes sociais pelos vídeos inflamados que fazia em direto sobre futebol, é um dos 12 arguidos da ‘Operação Pretoriano’, que levou também à detenção de Fernando Madureira, chefe dos Super Dragões e da mulher, Sandra.
O arguido chegou a casa às 11h10, numa carrinha celular e saiu algemado, com a cabeça coberta por um capuz. A advogada de Catão, Susana Mourão, acompanhou a chegada, assim como a mulher e os filhos do ex-dirigente do São Pedro da Cova, que o aguardavam em casa, onde lhe foi colocada a pulseira eletrónica.
Catão estava preso na cadeia de Aveiro desde o dia 7, quando o juiz Pedro Miguel Vieira decretou a medida privativa de liberdade. É suspeito de agressões a sócios do Porto durante a assembleia geral do clube, em novembro, quando ameaçou e tentou também agredir jornalistas.
Correio da Manhã