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CGTP rejeita mexidas no IRS que baixem salários

florindo

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O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, rejeitou hoje «qualquer» mexida nas tabelas de IRS cuja consequência se traduza na redução de salários, quer no sector público, quer no sector privado.
«Nós rejeitamos qualquer medida ou qualquer mexida no IRS que porventura tenha como consequência a redução dos salários, seja do sector privado, seja da administração pública, seja através dos pensionistas do regime geral ou da administração pública», afirmou Arménio Carlos no final da reunião de concertação social.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou hoje que o Governo está a preparar uma proposta de aumento de impostos, incluindo o IRS, para compensar uma devolução parcial dos subsídios de Natal e de férias retirados ao sector público e pensionistas.
Em declarações aos jornalistas, à saída de uma reunião da Comissão Permanente de Concertação Social, em Lisboa, Passos Coelho afirmou que «o IRS será imposto privilegiado para o fazer», mas adiantou que «a tributação sobre o capital e sobre o património» poderão também «ajudar a fazer esta compensação».
Segundo o primeiro-ministro, esta proposta está a ser trabalhada pelo Governo como alternativa às alterações à Taxa Social Única (TSU), medida que considerou ter sido «mal entendida» e ter visto os seus propósitos «subvertidos».
No entanto, Passos Coelho referiu que está ainda em discussão com os parceiros sociais a possibilidade de haver uma «descida selectiva» da TSU, que disse não ser consensual.
De acordo com Passos Coelho, a disponibilidade do Governo para encontrar uma alternativa às alterações à TSU apresentadas no dia 7 deste mês - um aumento de 11 para 18 por cento nas contribuições dos trabalhadores e uma descida de 23,75 para 18 por cento para as empresas - «foi bem acolhida por todos os parceiros» na reunião de hoje da Comissão Permanente da Concertação Social.

Fonte: Lusa/SOL
 
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