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China diz que Pequim e Moscovo "não temem qualquer provocação nem pressão"
Diplomacia chinesa diz que os dois países mantêm "um elevado grau de confiança política mútua".
O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, afirmou este domingo que a China e a Rússia "não temem qualquer provocação nem pressão externa" e que ambos os países possuem "uma sólida resiliência estratégica".
"A parceria estratégica de cooperação entre a China e a Rússia foi construída desde o início com base na igualdade, no respeito e no benefício mútuo", afirmou o chefe da diplomacia chinesa em resposta a uma pergunta sobre a "firmeza e estabilidade" dos laços entre Pequim e Moscovo num "contexto internacional complexo".
As declarações foram feitas durante a conferência de imprensa anual do ministro dos Negócios Estrangeiros, realizada no âmbito da sessão da Assembleia Popular Nacional (APN, Legislativo), o principal evento político anual da China.
O ministro afirmou que a China e a Rússia mantêm "um elevado grau de confiança política mútua".
Rússia disposta a fornecer mais crude à China e à Índia devido à guerra no Irão
Wang acrescentou que Moscovo e Pequim "respeitam os interesses fundamentais um do outro" e "não impõem a sua vontade nem a sua agenda", sublinhando que a China "mantém a sua independência estratégica".
"A ordem internacional surgida após a Segunda Guerra Mundial chegou a um ponto crítico", acrescentou o ministro, indicando ainda que a China e a Rússia "defendem firmemente a perspetiva histórica correta" sobre esse conflito e "opõem-se à intimidação unilateral".
"Estamos a injetar energia chinesa e russa para acolher um mundo multipolar", afirmou Wang.
Nos últimos anos, a China e a Rússia têm reforçado os seus laços.
Pouco antes da invasão russa em grande escala da Ucrânia, os presidentes Xi Jinping e Vladimir Putin proclamaram em Pequim uma "amizade sem limites" entre os dois países.
Desde o início do conflito, Pequim tem mantido uma posição ambígua, apelando ao respeito pela soberania de todos os países - numa referência à Ucrânia - e à consideração pelas "legítimas preocupações de segurança" - numa alusão à Rússia.
A China tem negado repetidamente estar a fornecer apoio à Rússia nas operações na Ucrânia, algo de que tem sido acusada por governos ocidentais.
Correio da Manhã
Diplomacia chinesa diz que os dois países mantêm "um elevado grau de confiança política mútua".
O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, afirmou este domingo que a China e a Rússia "não temem qualquer provocação nem pressão externa" e que ambos os países possuem "uma sólida resiliência estratégica".
"A parceria estratégica de cooperação entre a China e a Rússia foi construída desde o início com base na igualdade, no respeito e no benefício mútuo", afirmou o chefe da diplomacia chinesa em resposta a uma pergunta sobre a "firmeza e estabilidade" dos laços entre Pequim e Moscovo num "contexto internacional complexo".
As declarações foram feitas durante a conferência de imprensa anual do ministro dos Negócios Estrangeiros, realizada no âmbito da sessão da Assembleia Popular Nacional (APN, Legislativo), o principal evento político anual da China.
O ministro afirmou que a China e a Rússia mantêm "um elevado grau de confiança política mútua".
Rússia disposta a fornecer mais crude à China e à Índia devido à guerra no Irão
Wang acrescentou que Moscovo e Pequim "respeitam os interesses fundamentais um do outro" e "não impõem a sua vontade nem a sua agenda", sublinhando que a China "mantém a sua independência estratégica".
"A ordem internacional surgida após a Segunda Guerra Mundial chegou a um ponto crítico", acrescentou o ministro, indicando ainda que a China e a Rússia "defendem firmemente a perspetiva histórica correta" sobre esse conflito e "opõem-se à intimidação unilateral".
"Estamos a injetar energia chinesa e russa para acolher um mundo multipolar", afirmou Wang.
Nos últimos anos, a China e a Rússia têm reforçado os seus laços.
Pouco antes da invasão russa em grande escala da Ucrânia, os presidentes Xi Jinping e Vladimir Putin proclamaram em Pequim uma "amizade sem limites" entre os dois países.
Desde o início do conflito, Pequim tem mantido uma posição ambígua, apelando ao respeito pela soberania de todos os países - numa referência à Ucrânia - e à consideração pelas "legítimas preocupações de segurança" - numa alusão à Rússia.
A China tem negado repetidamente estar a fornecer apoio à Rússia nas operações na Ucrânia, algo de que tem sido acusada por governos ocidentais.
Correio da Manhã
