- Entrou
- Fev 10, 2012
- Mensagens
- 4,160
- Gostos Recebidos
- 2
Processo testado em ratinhos poderá ser usado em pessoas idosas, obesas ou com limitações de mobilidade.

Foto: DR
Cientistas norte-americanos criaram um químico capaz de melhorar a capacidade atlética em 70%, experimentando com ratos de laboratório, um processo que poderá ser usado em pessoas idosas, obesas ou com limitações de mobilidade.
Estas pessoas, privadas de fazer treino aeróbico durante o tempo necessário para colherem daí benefícios e resistência, poderão vir a ter maneira de estimular os genes que são activados quando se pratica corrida, conclui um estudo publicado esta terça-feira na revista especializada "Cell Metabolism".
Investigadores do instituto Salk conseguiram usar um composto que imita os efeitos do exercício, incluindo o consumo de gorduras e o desenvolvimento de resistência muscular.
Pessoas com problemas cardíacos, doenças pulmonares, diabetes tipo 2 e outras poderão obter esses benefícios.
A equipa de investigadores deu a ratos a substância e conseguiu aumentar a sua capacidade de correr até à exaustão em 70%o, de 160 para 270 minutos.
Os ratos só pararam quando o seu nível de glucose sanguínea atingiu, 70 miligramas por decilitro.
"Pode melhorar-se a resistência para um nível equivalente ao de alguém que treina corrida, mas sem todo o esforço físico,", afirmou o investigador Weiwei Fan, primeiro autor do estudo.
Fonte
Obs: O fim anunciado dos ginásios:right:

Foto: DR
Cientistas norte-americanos criaram um químico capaz de melhorar a capacidade atlética em 70%, experimentando com ratos de laboratório, um processo que poderá ser usado em pessoas idosas, obesas ou com limitações de mobilidade.
Estas pessoas, privadas de fazer treino aeróbico durante o tempo necessário para colherem daí benefícios e resistência, poderão vir a ter maneira de estimular os genes que são activados quando se pratica corrida, conclui um estudo publicado esta terça-feira na revista especializada "Cell Metabolism".
Investigadores do instituto Salk conseguiram usar um composto que imita os efeitos do exercício, incluindo o consumo de gorduras e o desenvolvimento de resistência muscular.
Pessoas com problemas cardíacos, doenças pulmonares, diabetes tipo 2 e outras poderão obter esses benefícios.
A equipa de investigadores deu a ratos a substância e conseguiu aumentar a sua capacidade de correr até à exaustão em 70%o, de 160 para 270 minutos.
Os ratos só pararam quando o seu nível de glucose sanguínea atingiu, 70 miligramas por decilitro.
"Pode melhorar-se a resistência para um nível equivalente ao de alguém que treina corrida, mas sem todo o esforço físico,", afirmou o investigador Weiwei Fan, primeiro autor do estudo.
Fonte
Obs: O fim anunciado dos ginásios:right: