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É caso para dizer: ‘A culpa não é tua, é minha’.
Dividir casa com o/a namorado/a é um dos maiores passos que se pode dar numa relação. Por muito unido e apaixonado que seja o casal, viver na mesma casa, partilhar os mesmos objetos e adaptar cada rotina não é fácil… pelo contrário.
Embora o trabalho e a compreensão mútua seja meio caminho andado para um casal viver na mesma casa de forma harmoniosa e saudável, a verdade existe sempre o risco de algum afastamento e muito por culpa de pequenos gestos diários inofensivos que, a médio prazo, começam a causar mossa na relação.
Segundo a psicoterapeuta Tina B. Tessina, estar calado ou demasiado sossegado pode dar origem a uma barreira entre o casal, fazendo com que se vá afastando com o passar do tempo. Mas este não é a única forma de tornar a relação ‘distante’. Conta o Bustle que colocar os outros em primeiro lugar e a cara-metade em segundo e não incluí-la nos planos fora de portas são também fatores que acabam por arruinar a vida a dois, fazendo com que o casal esteja cada vez mais distante e apático entre si.
Não ouvir e não falar são outros dois ‘pecados’ - dois maiores, na verdade, não fosse a comunicação um dos pilares da vida amorosa -, mas a tendência para fazer ‘joguinhos’ de teste não fica nada atrás e pode mesmo causar desconforto na pessoa que é constantemente testada.
A distância num casal pode ainda surgir à boleia da incapacidade de aceitar um perdão ou da tendência de achar que têm ambos de pensar da mesma forma, ou melhor, que a cara-metade tem de pensar da mesma forma que a pessoa pensa.
IN:NM

Dividir casa com o/a namorado/a é um dos maiores passos que se pode dar numa relação. Por muito unido e apaixonado que seja o casal, viver na mesma casa, partilhar os mesmos objetos e adaptar cada rotina não é fácil… pelo contrário.
Embora o trabalho e a compreensão mútua seja meio caminho andado para um casal viver na mesma casa de forma harmoniosa e saudável, a verdade existe sempre o risco de algum afastamento e muito por culpa de pequenos gestos diários inofensivos que, a médio prazo, começam a causar mossa na relação.
Segundo a psicoterapeuta Tina B. Tessina, estar calado ou demasiado sossegado pode dar origem a uma barreira entre o casal, fazendo com que se vá afastando com o passar do tempo. Mas este não é a única forma de tornar a relação ‘distante’. Conta o Bustle que colocar os outros em primeiro lugar e a cara-metade em segundo e não incluí-la nos planos fora de portas são também fatores que acabam por arruinar a vida a dois, fazendo com que o casal esteja cada vez mais distante e apático entre si.
Não ouvir e não falar são outros dois ‘pecados’ - dois maiores, na verdade, não fosse a comunicação um dos pilares da vida amorosa -, mas a tendência para fazer ‘joguinhos’ de teste não fica nada atrás e pode mesmo causar desconforto na pessoa que é constantemente testada.
A distância num casal pode ainda surgir à boleia da incapacidade de aceitar um perdão ou da tendência de achar que têm ambos de pensar da mesma forma, ou melhor, que a cara-metade tem de pensar da mesma forma que a pessoa pensa.
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