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Cruz Vermelha repudia agressão a socorrista na Maia
"Aberto processo de averiguação interna", informa a instituição.
A Cruz Vermelha Portuguesa "repudia veementemente a violência" de que foi alvo um socorrista da delegação da Maia durante uma ocorrência, em Gueifães, na madrugada de sábado.
Em comunicado a instituição "expressa a sua consternação" e informa estar a acompanhar de perto o caso "garantindo o apoio em todas as vertentes, nomeadamente (mas não se esgotando) na intervenção psicológica aos seus elementos".
A Cruz Vermelha explica ainda que "será aberto um processo de averiguação interna", além da investigação já em curso por parte da PSP.
Os dois elementos da delegação da Maia tinham sido acionados para uma queda no domicílio pelas 01h52. Na origem das agressões terá estado o facto de a equipa não ter transportado a maca para o 2.º andar do prédio.
“Disse ao meu colega para ele ir à ambulância buscar a cadeira. Depois tenho ideia de três pessoas a agredirem-me de forma selvagem. Puxaram-me o casaco de forma a taparem-me a cara”, explicou ao CM o socorrista agredido.
Correio da Manhã

"Aberto processo de averiguação interna", informa a instituição.
A Cruz Vermelha Portuguesa "repudia veementemente a violência" de que foi alvo um socorrista da delegação da Maia durante uma ocorrência, em Gueifães, na madrugada de sábado.
Em comunicado a instituição "expressa a sua consternação" e informa estar a acompanhar de perto o caso "garantindo o apoio em todas as vertentes, nomeadamente (mas não se esgotando) na intervenção psicológica aos seus elementos".
A Cruz Vermelha explica ainda que "será aberto um processo de averiguação interna", além da investigação já em curso por parte da PSP.
Os dois elementos da delegação da Maia tinham sido acionados para uma queda no domicílio pelas 01h52. Na origem das agressões terá estado o facto de a equipa não ter transportado a maca para o 2.º andar do prédio.
“Disse ao meu colega para ele ir à ambulância buscar a cadeira. Depois tenho ideia de três pessoas a agredirem-me de forma selvagem. Puxaram-me o casaco de forma a taparem-me a cara”, explicou ao CM o socorrista agredido.
Correio da Manhã