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De bênçãos a milagres: Papa Francisco não deixou ninguém indiferente na passagem por Portugal
Foram vários os testemunhos de alegria que foram partilhados durante as Jornadas Mundiais da Juventude.
Agosto de 2023. As ruas de Lisboa estavam cheias de jovens católicos e o ambiente era alegre e festivo. Decorriam as Jornadas Mundiais da Juventude e para muitos dos peregrinos que viajaram até à capital o sonho era só um: conhecer o Papa Francisco.
Dos mais jovens aos mais velhos, muitos conseguiram concretizar esse desejo, outros nem tanto, mas nem por isso deixaram de se sentir tocados pela passagem do Sumo Pontífice por Portugal.
“Não é todos os dias que temos um Papa a abençoar-nos”
Catarina e João viram o sonho de família realizar-se. No dia 4 de agosto saíram cedo de casa e deslocaram-se para a Nunciatura Apostólica, em Lisboa.
Não conseguiram chegar perto do Papa durante a manhã, mas depois de falarem com um segurança e contarem um bocadinho da história que os levou até à capital conseguiram que toda a família (Catarina, João e os quatro filhos) fosse abençoada pelo Sumo Pontífice.
“É agradecer a fé que nos foi dada e que fazemos por transmitir aos nossos filhos”, disse, na altura, Catarina ao CM.
“Não é todos os dias que temos um Papa a abençoar-nos, muito menos à nossa família”, acrescentou.
"A fé que move montanhas”
Para Helena, na altura com 2 anos, e Santiago, de 3, tudo foi diferente.
Foram abençoados à entrada da Scholas Occurrentes, em Cascais (instituição fundada pelo líder da Igreja Católica em Buenos Aires, em 2001), depois de as mães se terem "escondido" no hall de entrada de um prédio em frente.
"A fé move montanhas e este é um bom exemplo. Esperei tantas horas e quando o Papa me chamou, desatei a chorar. Tenho a certeza de que nunca vou esquecer este dia. Só espero que a minha filha se lembre", confessou na altura Matilde, mãe de Helena.
"O Santiago deu um beijo na mão do Papa. Eu, com os nervos, não percebi bem o que Francisco disse. Estou emocionada", revelou Catarina.
O milagre de Jimena
Jimena, uma jovem espanhola na altura com 16 anos, não foi abençoada pelo Papa, mas diz ter vivido um milagre ao recuperar a visão durante uma Eucaristia.
Tudo aconteceu no dia 5 de agosto, em Évora de Alcobaça. Há dois anos que Jimena não via, mas depois da comunhão, a jovem diz ter conseguido ver o altar e o sacrário.
O relato foi contado ao CM pelo padre Ivo Santos, pároco da freguesia: "Recebemos 630 peregrinas espanholas para a JMJ, vindas de Pamplona, grupo do qual fez parte Jimena, e de Madrid. No sábado de manhã teve lugar a missa de despedida com o sacerdote que as acompanhava, antes de o grupo partir para o Parque Tejo”.
"A Igreja de Évora de Alcobaça estava cheia, tão cheia que os voluntários tiveram de ficar à porta", conta o padre, que nesse dia não estava na paróquia. “Foram esses voluntários que se confrontaram com as raparigas a saírem da igreja a chorar, em alvoroço”, prosseguiu.
"Contaram o que se tinha passado. Aconteceu logo após Jimena comungar”, concluiu.
Jimena garantiu também à comunicação social espanhola que tinha recuperado a visão durante a JMJ. Agora, resta à medicina tentar explicar o que aconteceu.
Com bênção ou sem bênção, milagre ou não, na primeira fila ou na última, a realidade é que a proximidade que o Sumo Pontífice tinha com os fiéis parecia ser suficiente para que todos se sentissem acarinhados.
Correio da Manhã

Foram vários os testemunhos de alegria que foram partilhados durante as Jornadas Mundiais da Juventude.
Agosto de 2023. As ruas de Lisboa estavam cheias de jovens católicos e o ambiente era alegre e festivo. Decorriam as Jornadas Mundiais da Juventude e para muitos dos peregrinos que viajaram até à capital o sonho era só um: conhecer o Papa Francisco.
Dos mais jovens aos mais velhos, muitos conseguiram concretizar esse desejo, outros nem tanto, mas nem por isso deixaram de se sentir tocados pela passagem do Sumo Pontífice por Portugal.
“Não é todos os dias que temos um Papa a abençoar-nos”
Catarina e João viram o sonho de família realizar-se. No dia 4 de agosto saíram cedo de casa e deslocaram-se para a Nunciatura Apostólica, em Lisboa.
Não conseguiram chegar perto do Papa durante a manhã, mas depois de falarem com um segurança e contarem um bocadinho da história que os levou até à capital conseguiram que toda a família (Catarina, João e os quatro filhos) fosse abençoada pelo Sumo Pontífice.
“É agradecer a fé que nos foi dada e que fazemos por transmitir aos nossos filhos”, disse, na altura, Catarina ao CM.
“Não é todos os dias que temos um Papa a abençoar-nos, muito menos à nossa família”, acrescentou.
"A fé que move montanhas”
Para Helena, na altura com 2 anos, e Santiago, de 3, tudo foi diferente.
Foram abençoados à entrada da Scholas Occurrentes, em Cascais (instituição fundada pelo líder da Igreja Católica em Buenos Aires, em 2001), depois de as mães se terem "escondido" no hall de entrada de um prédio em frente.
"A fé move montanhas e este é um bom exemplo. Esperei tantas horas e quando o Papa me chamou, desatei a chorar. Tenho a certeza de que nunca vou esquecer este dia. Só espero que a minha filha se lembre", confessou na altura Matilde, mãe de Helena.
"O Santiago deu um beijo na mão do Papa. Eu, com os nervos, não percebi bem o que Francisco disse. Estou emocionada", revelou Catarina.
O milagre de Jimena
Jimena, uma jovem espanhola na altura com 16 anos, não foi abençoada pelo Papa, mas diz ter vivido um milagre ao recuperar a visão durante uma Eucaristia.
Tudo aconteceu no dia 5 de agosto, em Évora de Alcobaça. Há dois anos que Jimena não via, mas depois da comunhão, a jovem diz ter conseguido ver o altar e o sacrário.
O relato foi contado ao CM pelo padre Ivo Santos, pároco da freguesia: "Recebemos 630 peregrinas espanholas para a JMJ, vindas de Pamplona, grupo do qual fez parte Jimena, e de Madrid. No sábado de manhã teve lugar a missa de despedida com o sacerdote que as acompanhava, antes de o grupo partir para o Parque Tejo”.
"A Igreja de Évora de Alcobaça estava cheia, tão cheia que os voluntários tiveram de ficar à porta", conta o padre, que nesse dia não estava na paróquia. “Foram esses voluntários que se confrontaram com as raparigas a saírem da igreja a chorar, em alvoroço”, prosseguiu.
"Contaram o que se tinha passado. Aconteceu logo após Jimena comungar”, concluiu.
Jimena garantiu também à comunicação social espanhola que tinha recuperado a visão durante a JMJ. Agora, resta à medicina tentar explicar o que aconteceu.
Com bênção ou sem bênção, milagre ou não, na primeira fila ou na última, a realidade é que a proximidade que o Sumo Pontífice tinha com os fiéis parecia ser suficiente para que todos se sentissem acarinhados.
Correio da Manhã