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"Desconheço que tenha sido aberto algum processo de violação de segredo de justiça, se é que ocorreu", esclarece a PJ
Luís Neves afirmou ainda que a operação foi planeada no final de setembro e que foram emitidos 107 mandados de busca na Madeira e no continente 25.
O diretor nacional da Polícia Judiciária, Luís Neves, disse esta segunda-feira, em declarações aos jornalistas que, "a comunicação social não teve antecipadamente conhecimento da operação e não acompanhou as buscas" na Madeira.
Luís Neves garantiu que a PJ viajou sozinha, sem o Ministério Público e sem jornalistas. "O transporte dos investigadores foi preparado dias antes do seu cumprimento. No mais completo sigilo, a Polícia Judiciária não se revê nem nunca se reviu na fuga de informação", garantiu.
O diretor nacional da PJ explicou que fizeram parte da operação "140 inspetores e 10 especialistas de polícia científica e não 300 inspetores como foi reportado pelos meios de comunicação social" e que "uma operação desta envergadura requer muito tempo porque é preciso recolher muita informação sobre dezenas de locais e rotinas".
Luís Neves afirmou ainda que a operação foi planeada no final de setembro e que foram emitidos 107 mandados de busca na Madeira e no continente 25.
Quando questionado sobre se foi aberto algum processo sobre violação de segredo de justiça, Luís Neves asseverou que desconhece. "Desconheço que tenha sido aberto algum processo de violação de segredo de justiça, se é que ocorreu", disse.
O diretor nacional da Polícia Judiciária afirmou que decidiu falar neste momento porque estava a ser colocado a idoneidade dos polícias. "Não se pode dizer erradamente que eram 300 se não eram, nós é que sabemos quando, como e quantos".
De acordo com Luís Neves a operação teve uma eficácia de 100% e admite que assumiu o primeiro contacto com a força aérea, não lhe sendo perguntado o que pretendia fazer.
"Não nos podemos inibir e ter medo de fazer o nosso trabalho", garantiu.
Correio da Manhã

Luís Neves afirmou ainda que a operação foi planeada no final de setembro e que foram emitidos 107 mandados de busca na Madeira e no continente 25.
O diretor nacional da Polícia Judiciária, Luís Neves, disse esta segunda-feira, em declarações aos jornalistas que, "a comunicação social não teve antecipadamente conhecimento da operação e não acompanhou as buscas" na Madeira.
Luís Neves garantiu que a PJ viajou sozinha, sem o Ministério Público e sem jornalistas. "O transporte dos investigadores foi preparado dias antes do seu cumprimento. No mais completo sigilo, a Polícia Judiciária não se revê nem nunca se reviu na fuga de informação", garantiu.
O diretor nacional da PJ explicou que fizeram parte da operação "140 inspetores e 10 especialistas de polícia científica e não 300 inspetores como foi reportado pelos meios de comunicação social" e que "uma operação desta envergadura requer muito tempo porque é preciso recolher muita informação sobre dezenas de locais e rotinas".
Luís Neves afirmou ainda que a operação foi planeada no final de setembro e que foram emitidos 107 mandados de busca na Madeira e no continente 25.
Quando questionado sobre se foi aberto algum processo sobre violação de segredo de justiça, Luís Neves asseverou que desconhece. "Desconheço que tenha sido aberto algum processo de violação de segredo de justiça, se é que ocorreu", disse.
O diretor nacional da Polícia Judiciária afirmou que decidiu falar neste momento porque estava a ser colocado a idoneidade dos polícias. "Não se pode dizer erradamente que eram 300 se não eram, nós é que sabemos quando, como e quantos".
De acordo com Luís Neves a operação teve uma eficácia de 100% e admite que assumiu o primeiro contacto com a força aérea, não lhe sendo perguntado o que pretendia fazer.
"Não nos podemos inibir e ter medo de fazer o nosso trabalho", garantiu.
Correio da Manhã