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Detido operário fabril que ateou fogo que demorou seis dias a apagar em Oliveira de Azeméis
Fogo foi considerado um dos piores incêndios deste verão.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve, na terça-feira, o presumível autor do incêndio em Oliveira de Azeméis que demorou seis dias de apagar e que foi considerado um maiores deste verão. O suspeito, de 24 anos, trabalha como operário fabril e não apresentou às autoridades qualquer motivação para o crime.
De acordo com a PJ, o suspeito cometeu o crime com recurso a um isqueiro. O incêndio teve início a 14 de setembro, foi dado como dominado a 20 de setembro. Mais de seis mil hectares de floresta e de mato foram consumidos e habitações e outros equipamentos e edificados ficaram destruídos.
Dada a força das chamas e as condições climatéricas, as chamas acabaram por convergir com incêndios ativos em Sever do Vouga e em Albergaria-a-Velha. No total, estes fogos consumiram uma área de 36 mil hectares.
Os incêndios mobilizaram várias centenas de operacionais, veículos e meios aéreos. Foi necessário proceder ao corte de autoestradas e outras vias rodoviárias.
Correio da Manhã

Fogo foi considerado um dos piores incêndios deste verão.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve, na terça-feira, o presumível autor do incêndio em Oliveira de Azeméis que demorou seis dias de apagar e que foi considerado um maiores deste verão. O suspeito, de 24 anos, trabalha como operário fabril e não apresentou às autoridades qualquer motivação para o crime.
De acordo com a PJ, o suspeito cometeu o crime com recurso a um isqueiro. O incêndio teve início a 14 de setembro, foi dado como dominado a 20 de setembro. Mais de seis mil hectares de floresta e de mato foram consumidos e habitações e outros equipamentos e edificados ficaram destruídos.
Dada a força das chamas e as condições climatéricas, as chamas acabaram por convergir com incêndios ativos em Sever do Vouga e em Albergaria-a-Velha. No total, estes fogos consumiram uma área de 36 mil hectares.
Os incêndios mobilizaram várias centenas de operacionais, veículos e meios aéreos. Foi necessário proceder ao corte de autoestradas e outras vias rodoviárias.
Correio da Manhã