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Dezenas no último adeus ao pescador morto à facada na praia da Leirosa
Comunidade piscatória mantém sentimento de revolta.
Oito dias após o homicídio de Hélio Jacinto, realizaram-se esta quinta-feira as cerimónias fúnebres do pescador morto à facada na praia da Leirosa, na Figueira da Foz. A capela junto ao mar foi pequena para receber todos aqueles que quiseram prestar uma última homenagem ao pescador que foi a sepultar no cemitério da Marinha das Ondas.
O sentimento de injustiça e revolta continua a pairar na comunidade piscatória que está em choque com os contornos do crime. José Romão, cunhado da vítima e o autor do homicídio, está em prisão preventiva e a Polícia Judiciária do Centro continua a investigar o caso.
Foram entregues às autoridades novas provas do crime e não é descartada a hipótese de haver mais arguidos no caso.
Correio da Manhã
Comunidade piscatória mantém sentimento de revolta.
Oito dias após o homicídio de Hélio Jacinto, realizaram-se esta quinta-feira as cerimónias fúnebres do pescador morto à facada na praia da Leirosa, na Figueira da Foz. A capela junto ao mar foi pequena para receber todos aqueles que quiseram prestar uma última homenagem ao pescador que foi a sepultar no cemitério da Marinha das Ondas.
O sentimento de injustiça e revolta continua a pairar na comunidade piscatória que está em choque com os contornos do crime. José Romão, cunhado da vítima e o autor do homicídio, está em prisão preventiva e a Polícia Judiciária do Centro continua a investigar o caso.
Foram entregues às autoridades novas provas do crime e não é descartada a hipótese de haver mais arguidos no caso.
Correio da Manhã
