Portal Chamar Táxi

E se Putin lançar bomba nuclear? Ex-diretor da CIA revela resposta

Lordelo

Sub-Administrador
Team GForum
Entrou
Ago 4, 2007
Mensagens
47,236
Gostos Recebidos
1,103
naom_5539d699211e8.jpg

A ameaça de que o presidente russo, Vladimir Putin, possa lançar uma bomba nuclear perante uma possível derrota na Ucrânia é cada vez mais evidente e, perante isso, o que fariam os Estados Unidos caso a ameaça se concretizasse?

O ex-diretor da CIA (Agência Central de Inteligência), general aposentado David Petraeus, expressou qual seria a posição dos EUA, ainda que esta não tenha sido confirmada pelo governo de Joe Biden.

Numa entrevista à ABC News, Petraeus indicou que os Estados Unidos e os seus aliados destruirão as tropas e equipamentos militares da Rússia na Ucrânia imediatamente após um ataque nuclear.

O EUA afundariam ainda a frota de Putin no Mar Negro, a joia da coroa da Marinha do Kremlin. "Nós responderíamos liderando um esforço coletivo da NATO que eliminaria todas as forças convencionais", indicou acrescentando que a ação visaria o campo de batalha na Ucrânia e também na Crimeia, além dos navios russos no Mar Negro.

Petraeus respondeu ainda à questão de se seria possível a Rússia vencer a guerra. "Eles não podem. Não há nada que ele [Putin] possa fazer no momento", concluiu.


IN:NM
 

ElCabalero

GF Platina
Entrou
Out 16, 2012
Mensagens
865
Gostos Recebidos
69
A NATO enviou uma nota de informação aos seus Estados-membros, entre os quais Portugal, a avisar que o submarino nuclear K-329 Belgorod, que carrega um míssil nuclear chamado Poseidon – também conhecido como “arma do apocalipse” -, está em movimento.
Ver anexo 164220

A notícia foi revelada pelo diário italiano La Repubblica, que refere que o submarino lançado em julho terá submergido no Mar Ártico, depois de se ter pensado que poderia ter estado envolvido na alegada sabotagem aos gasodutos Nord Stream 1 e 2.


A Aliança Atlântica teme que o submarino russo tenha como missão testar o super torpedo que tem a bordo, e que pode disparar um projétil com capacidade nuclear por uma distância de 10 mil quilómetros debaixo de água. Explodindo perto da costa esta arma pode causar um tsunami radioativo.

O Poseidon foi apresentado em 2018 pela Rússia como uma tentativa de obter supremacia militar, ainda que os especialistas entendam que mísseis intercontinentais podem ter o mesmo efeito. Trata-se de um projétil com 24 metros de comprimento, e que é capaz de levar uma ogiva nuclear de duas megatoneladas.

“É uma arma completamente nova que poderia forçar as marinhas do Ocidente a mudarem o seu planeamento”, afirma o especialista H. I. Sutton, ao La Repubblica, já depois de ter referido à CNN que era algo "único no mundo".

Com 184 metros de comprimento e 15 de largura, o Belgorod pode viajar até 60 quilómetros por hora debaixo de água, aguentando um máximo de 120 dias sem vir à superfície.

Recorde-se que, quando anunciou a mobilização parcial, Vladimir Putin referiu que a Rússia tem em posse armas que, em certos aspetos, são mais modernas que as da NATO.

O presidente russo mandou um aviso alarmante aos representantes de países da NATO que "falam em atacar a Rússia com armas nucleares", sendo que esta foi a primeira vez que falou deste tipo de armamento explicitamente: "Quero dizer ao Ocidente: temos muitas armas em nosso poder, não estamos a fazer bluff. O nosso país também tem meios de ataque, mais modernos do que a NATO. Se a defesa da Rússia estiver em perigo utilizaremos todos os meios ao nosso alcance para resolver o problema. Podem ficar descansados: utilizaremos todos os meios, repito, todos os meios que sejam necessários".

Foi o início de uma escalada que se agravou com a anexação das quatro regiões ucranianas de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhzhia, que não foram reconhecidas pela comunidade internacional. Pelo meio houve o caso das fugas de gás no Mar Báltico, que muitos países já vieram sugerir terem sido causadas pela Rússia, que negou todas as acusações.
 
Topo