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Enfermeiros querem receitar medicamentos mas falta regulamentação
Ordem está a fazer um levantamento dos países em que a prescrição não é exclusiva dos médicos.
Os enfermeiros de Portugal querem receitar medicamentos, em determinadas áreas, assim como prevê a lei e como acontece noutros países, mas a falta de regulamentação está a travar o processo, avança esta segunda-feira o Diário de Notícias (DN).
Segundo o jornal, a Ordem dos Enfermeiros tem como objetivo concretizar uma proposta para a tutela, através da recolha e levantamento de países que seguem a prescrição por enfermeiros, para mais tarde ser apresentada uma "proposta concreta ao Ministério da Saúde". Já o bastonário da Ordem dos Médicos considera que o assunto tem de ser "discutido".
Por entre muitos profissionais que alegam vantagens na prática, o enfermeiro e professor catedrático, Manuel Lopes, vê a proposta como sinónimo de evolução nos cuidados de saúde.
"Cria uma relação de muito próxima entre o prescritor e o consumidor, poupa dinheiro ao Estado e só tem vantagens para o doente do ponto de vista da eficácia farmacológica", acrescentou.
Apesar da prescrição por enfermeiros estar prevista na lei, a sua regulamentação não é definida e o bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Luís Filipe Barreira, realçou a necessidade de debater o assunto sem tabus para que o processo tenha desenvolvimentos.
Correio da Manhã

Ordem está a fazer um levantamento dos países em que a prescrição não é exclusiva dos médicos.
Os enfermeiros de Portugal querem receitar medicamentos, em determinadas áreas, assim como prevê a lei e como acontece noutros países, mas a falta de regulamentação está a travar o processo, avança esta segunda-feira o Diário de Notícias (DN).
Segundo o jornal, a Ordem dos Enfermeiros tem como objetivo concretizar uma proposta para a tutela, através da recolha e levantamento de países que seguem a prescrição por enfermeiros, para mais tarde ser apresentada uma "proposta concreta ao Ministério da Saúde". Já o bastonário da Ordem dos Médicos considera que o assunto tem de ser "discutido".
Por entre muitos profissionais que alegam vantagens na prática, o enfermeiro e professor catedrático, Manuel Lopes, vê a proposta como sinónimo de evolução nos cuidados de saúde.
"Cria uma relação de muito próxima entre o prescritor e o consumidor, poupa dinheiro ao Estado e só tem vantagens para o doente do ponto de vista da eficácia farmacológica", acrescentou.
Apesar da prescrição por enfermeiros estar prevista na lei, a sua regulamentação não é definida e o bastonário da Ordem dos Enfermeiros, Luís Filipe Barreira, realçou a necessidade de debater o assunto sem tabus para que o processo tenha desenvolvimentos.
Correio da Manhã