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EUA desvalorizam perdas em Wall Street e priorizam "economia real"
Bolsa nova-iorquina registou quebras acentuadas, desde 3 de abril e até esta segunda-feira, após Donald Trump anunciar a sua política tarifária.
O secretário do Tesouro norte-americano desvalorizou esta quarta-feira a extensão das quebras sofridas na bolsa em Wall Street, após o anúncio das tarifas impostas pelos EUA, e defendeu que a política do executivo prioriza a economia real.
"Wall Street tornou-se mais rica do que nunca e pode continuar a crescer e a sair-se bem [...]. Durante os próximos quatro anos, o objetivo do Presidente Trump é concentrar-se na economia real", afirmou Scott Bessent, questionado sobre as perdas da bolsa nova-iorquina nas sessões após o anúncio das tarifas.
Contudo, Bessent, que se dirigia à Associação dos Banqueiros Americanos (ABA), reconheceu que existe alguma incerteza nos mercados financeiros, mas vincou que a economia norte-americana está sólida e "em muito boa forma".
A bolsa nova-iorquina registou, nos seus principais índices, quebras acentuadas, desde 03 de abril e até esta segunda-feira, após Donald Trump anunciar a sua política tarifária.
Desde que tomou posse em janeiro passado, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o aumento de tarifas sobre os automóveis e aço e alumínio estrangeiros para 25%.
Na semana passada, o líder norte-americano decidiu impor uma tarifa de base de 10% sobre quase todas as importações dos EUA, nível em que está o Reino Unido, que é superior para certos países ou blocos como é o caso da União Europeia ou da China.
A União Europeia (UE) aprovou esta quarta-feira, por maioria, a aplicação de tarifas de 25% a produtos norte-americanos, em resposta às tarifas aplicadas pelos EUA ao aço e alumínio europeus.
A informação foi confirmada à Lusa por fontes europeias e as tarifas deverão começar a ser aplicadas a partir de 15 de abril, próxima terça-feira.
Só a Hungria votou contra a decisão entre os 27 Estados-membros.
No comunicado divulgado pouco depois de ser conhecida a decisão, Bruxelas insiste na "preferência clara por uma solução negociada com os EUA, que seja equilibrada e com benefícios mútuos".
E deixou um alerta a Washington: "Estas contramedidas podem ser suspensas em qualquer momento, se houver um acordo com os EUA para uma solução justa e negociada."
A lista na íntegra de produtos ainda não foi divulgada pelo executivo de Ursula von der Leyen.
Correio da Manhã

Bolsa nova-iorquina registou quebras acentuadas, desde 3 de abril e até esta segunda-feira, após Donald Trump anunciar a sua política tarifária.
O secretário do Tesouro norte-americano desvalorizou esta quarta-feira a extensão das quebras sofridas na bolsa em Wall Street, após o anúncio das tarifas impostas pelos EUA, e defendeu que a política do executivo prioriza a economia real.
"Wall Street tornou-se mais rica do que nunca e pode continuar a crescer e a sair-se bem [...]. Durante os próximos quatro anos, o objetivo do Presidente Trump é concentrar-se na economia real", afirmou Scott Bessent, questionado sobre as perdas da bolsa nova-iorquina nas sessões após o anúncio das tarifas.
Contudo, Bessent, que se dirigia à Associação dos Banqueiros Americanos (ABA), reconheceu que existe alguma incerteza nos mercados financeiros, mas vincou que a economia norte-americana está sólida e "em muito boa forma".
A bolsa nova-iorquina registou, nos seus principais índices, quebras acentuadas, desde 03 de abril e até esta segunda-feira, após Donald Trump anunciar a sua política tarifária.
Desde que tomou posse em janeiro passado, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o aumento de tarifas sobre os automóveis e aço e alumínio estrangeiros para 25%.
Na semana passada, o líder norte-americano decidiu impor uma tarifa de base de 10% sobre quase todas as importações dos EUA, nível em que está o Reino Unido, que é superior para certos países ou blocos como é o caso da União Europeia ou da China.
A União Europeia (UE) aprovou esta quarta-feira, por maioria, a aplicação de tarifas de 25% a produtos norte-americanos, em resposta às tarifas aplicadas pelos EUA ao aço e alumínio europeus.
A informação foi confirmada à Lusa por fontes europeias e as tarifas deverão começar a ser aplicadas a partir de 15 de abril, próxima terça-feira.
Só a Hungria votou contra a decisão entre os 27 Estados-membros.
No comunicado divulgado pouco depois de ser conhecida a decisão, Bruxelas insiste na "preferência clara por uma solução negociada com os EUA, que seja equilibrada e com benefícios mútuos".
E deixou um alerta a Washington: "Estas contramedidas podem ser suspensas em qualquer momento, se houver um acordo com os EUA para uma solução justa e negociada."
A lista na íntegra de produtos ainda não foi divulgada pelo executivo de Ursula von der Leyen.
Correio da Manhã