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Ex-treinador de associação desportiva alicia e abusa de crianças na Internet
Arguido, que fazia parte de associação desportiva, enviou e pediu aos menores fotografias de cariz sexual.
O suspeito pertencia a uma associação desportiva, onde chegou a exercer as funções de treinador-adjunto. Foi lá que em 2018 fez a sua primeira vítima, um menor que à data tinha apenas 13 anos. Enviou fotografias e vídeos de cariz sexual e convenceu o menino a fazer o mesmo. Atacou depois mais dois rapazes, que também foram aliciados na Internet: um de 12 anos e outro com 10.
O arguido, de 36 anos, tinha sido condenado no Tribunal de Santa Maria da Feira a sete anos e meio de prisão efetiva, pena que agora foi reduzida no Supremo Tribunal de Justiça para seis anos. Os juízes tiveram em conta o facto de o arguido ter pedido desculpa, não ter cadastro e estar bem inserido.
A decisão dá conta de que o homem - agora empregado de bar - começou por enviar à vítima mensagens de cariz sexual através do Facebook. Logo depois mandou vídeos pornográficos e pediu ao menor que enviasse fotografias dos órgãos genitais, o que conseguiu depois de prometer que o iria levar a ver um jogo de futebol de uma equipa da 1.ª Liga.
Já entre 2019 e 2020, o ex-treinador aliciou outro menor, de 12 anos, que também conheceu na associação. Convenceu o menor a enviar-lhe fotografias de cariz sexual. Mais tarde viu o menino num café, deu-lhe boleia e levou-o até a uma mata, onde tentou manter atos sexuais. A última vítima foi uma criança, de 10 anos, que mais uma vez foi aliciada na Internet.
CRIME ALICIA DURANTE 6 MESES
A primeira vítima foi aliciada pelo suspeito ao longo de seis meses. Já no caso do segundo menor, o arguido também lhe ofereceu umas luvas de guarda-redes para o convencer a enviar fotografias de cariz sexual.
PUNIÇÃO 34 CRIMES SEXUAIS
O arguido aguardou o decorrer do processo sempre em liberdade, tendo visto agora no final de novembro o Supremo a reduzir a pena. Foi punido por 34 crimes como abuso sexual de crianças e pornografia de menores.
Correio da Manhã

Arguido, que fazia parte de associação desportiva, enviou e pediu aos menores fotografias de cariz sexual.
O suspeito pertencia a uma associação desportiva, onde chegou a exercer as funções de treinador-adjunto. Foi lá que em 2018 fez a sua primeira vítima, um menor que à data tinha apenas 13 anos. Enviou fotografias e vídeos de cariz sexual e convenceu o menino a fazer o mesmo. Atacou depois mais dois rapazes, que também foram aliciados na Internet: um de 12 anos e outro com 10.
O arguido, de 36 anos, tinha sido condenado no Tribunal de Santa Maria da Feira a sete anos e meio de prisão efetiva, pena que agora foi reduzida no Supremo Tribunal de Justiça para seis anos. Os juízes tiveram em conta o facto de o arguido ter pedido desculpa, não ter cadastro e estar bem inserido.
A decisão dá conta de que o homem - agora empregado de bar - começou por enviar à vítima mensagens de cariz sexual através do Facebook. Logo depois mandou vídeos pornográficos e pediu ao menor que enviasse fotografias dos órgãos genitais, o que conseguiu depois de prometer que o iria levar a ver um jogo de futebol de uma equipa da 1.ª Liga.
Já entre 2019 e 2020, o ex-treinador aliciou outro menor, de 12 anos, que também conheceu na associação. Convenceu o menor a enviar-lhe fotografias de cariz sexual. Mais tarde viu o menino num café, deu-lhe boleia e levou-o até a uma mata, onde tentou manter atos sexuais. A última vítima foi uma criança, de 10 anos, que mais uma vez foi aliciada na Internet.
CRIME ALICIA DURANTE 6 MESES
A primeira vítima foi aliciada pelo suspeito ao longo de seis meses. Já no caso do segundo menor, o arguido também lhe ofereceu umas luvas de guarda-redes para o convencer a enviar fotografias de cariz sexual.
PUNIÇÃO 34 CRIMES SEXUAIS
O arguido aguardou o decorrer do processo sempre em liberdade, tendo visto agora no final de novembro o Supremo a reduzir a pena. Foi punido por 34 crimes como abuso sexual de crianças e pornografia de menores.
Correio da Manhã