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Kristin provoca o caos

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Uma semana depois luz regressa e lojas reabrem em freguesia de Pombal




Uma semana depois da passagem da depressão Kristin reabriram hoje vários estabelecimentos comerciais em Vermoil, após a instalação de um gerador que trouxe "finalmente" e eletricidade ao centro da sede desta freguesia do concelho de Pombal.


Uma semana depois luz regressa e lojas reabrem em freguesia de Pombal





"Começamos a retomar alguma normalidade, pelo menos no centro, mas falta tudo à volta", afirmou à agência Lusa o presidente da Junta de Freguesia, Daniel Ferreira.



No entanto, a preocupação esta manhã foi voltar a percorrer a freguesia a ver se mais árvores ou estruturas tinham caído na sequência do vento forte que se voltou a sentir durante a noite, em mais uma depressão -- Leonardo - que está a afetar o território




Na terça-feira à noite foi instalado um gerador que energizou o posto de abastecimento de eletricidade desta localidade, mas, segundo o autarca, mantêm-se, uma semana depois da passagem da depressão Kristin, problemas de energia pelo resto da freguesia e de comunicações.




"A nossa prioridade é a luz", frisou.




Carlos Neves vive em Leiria, sede do distrito, e, na noite passada, recebeu um telefonema da empregada a avisar do regresso da luz e veio de imediato para Vermoil preparar a pastelaria perto da igreja velha para reabrir esta manhã.



"Estivemos completamente parados", frisou, apontando como prejuízo os bens que tinha nas arcas frigoríficas que ficaram estragados.




Carlos Neves reconheceu alguma ansiedade para regressar ao trabalho e, esta manhã, as conversas dos clientes giravam à volta dos reencontros e dos danos que cada um sofreu nas suas casas.





Mais à frente, Rafael Moreno estava em limpezas para reabrir esta tarde o supermercado onde trabalham cinco pessoas.



Também aqui os maiores prejuízos foram os bens alimentares nas arcas frigoríficos, os quais não vai ser possível repor, por agora, "porque os camiões não vêm".




"Em casa está tudo bom, eu tenho sorte", salientou.




Na porta do minimercado e café onde o toldo permanece caído e destruído, Fernando Mendes disse que foi possível reabrir as lojas depois de ter comprado um gerador na terça-feira e de arranjar os telhados. A estes estragos juntam-se ainda os painéis solares.




"O telhado não está pronto, desenrascou-se, entra água na mesma, mas pronto", referiu.




Mais difícil de reabrir será o caso de uma empresa de alumínios, com 10 funcionários, onde a cobertura do edifício se deslocou completamente para a estrada e se procede, agora, às operações de limpeza.




Segundo o presidente da Junta, Daniel Ferreira, cerca de 80 a 90% dos telhados das casas da freguesia foram afetados pela tempestade que se fez sentir no dia 28 de janeiro. Foi necessário realojar quatro pessoas.




Mesmo sem energia ou comunicações fixas ou móveis, a Junta esteve de portas abertas para apoiar e prestar esclarecimentos.




O autarca disse que, entretanto, foi instalado um sistema 'starlink' junto ao lar Júlio Antunes, onde passou a haver uma rede 'wifi' aberta para quem precise.




Mas, acrescentou, por causa da falta de comunicações a Junta tem feito visitas aos vários locais da freguesia para ver quem precisa de bens alimentares, água ou outro tipo de ajuda, destacando ainda a entreajuda que se tem sentido.




"Estamos a tentar preparar zonas de banhos porque há pessoas que não conseguiram tomar banho quente e a tentar arranjar espaço para lavar a roupa", apontou, acrescentando que o centro escolar reabriu e está a receber crianças no ATL (centro de atividades de tempos livres).




Para os entulhos, foram instalados dois contentores na Feira dos Sete para o depósito de telhas e de painéis solares, mas onde podem também ser deixadas chapas das coberturas.




Entretanto, preparam-se também os locais de voto para as eleições presidenciais de domingo.




"Esta foi uma semana em que parou tudo e, ao mesmo tempo, nunca paramos", referiu.




Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo e Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.




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Rio Cávado galgou margens e submergiu clube náutico em Esposende




O rio Cávado galgou as margens e deixou submerso o Clube Náutico de Fão, em Esposende, anunciou hoje aquela coletividade.


Rio Cávado galgou margens e submergiu clube náutico em Esposende




Em nota publicada no Facebook, o clube refere que a situação obrigou à reorganização dos treinos.



Já os treinos de água são realizados em Ponte da Barca e no Gerês, em coordenação com os treinadores e dependendo da disponibilidade de lugares nas carrinhas e atrelados.




O estudo acompanhado aos atletas decorrerá numa sala improvisada no Centro Cultural e no 1.º andar do Posto Náutico.



"Não é confortável nem é perfeito, é o possível neste momento e é a garantia que nenhum atleta, aluno ou família fica sem o suporte do Clube Náutico de Fão", refere a mesma nota.





O Clube Náutico de Fão situa-se numa zona crítica, onde as inundações são recorrentes em tempo de maior pluviosidade.




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Homem morre em carro submerso em linha de água no concelho de Serpa




O corpo de um homem foi resgatado do interior da viatura encontrada submersa numa linha de água no concelho de Serpa, revelaram as autoridades, tendo a Proteção Civil referido que não estava mais ninguém no veículo.


Homem morre em carro submerso em linha de água no concelho de Serpa




"Confirma-se que existe uma vítima mortal, um homem, com cerca de 70 anos, que se encontrava no interior da viatura", disse à agência Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e proteção Civil do Baixo Alentejo.



De acordo com a mesma fonte, o corpo foi resgatado do interior do veículo e "transportado para uma ambulância dos bombeiros de Serpa", para o processo de certificação do óbito pelo médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), que já chegou ao local.




"Foram desenvolvidas buscas para ver se havia mais alguma vítima no interior do carro e não há mais ninguém", disse, referindo que "ninguém sabe se o senhor estaria acompanhado ou não".




A GNR vai informar a família da vítima mortal sobre o sucedido, acrescentou a fonte do comando sub-regional.




Contactada pela Lusa, fonte do Comando Territorial de Beja da GNR também confirmou a existência da vítima mortal nesta viatura automóvel, mas também não soube precisar a idade do homem.




O automóvel ficou submerso numa linha de água perto de uma barragem do concelho de Serpa, distrito de Beja.




Em declarações anteriores à agência Lusa, o 2.º comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, José Horta, indicou que o alerta para esta ocorrência foi dado às autoridades às 15:51.




"Não se sabe se foi um despiste ou se o carro foi arrastado", referiu então o responsável, que disse que os bombeiros estavam a realizar operações para tentar perceber se o automóvel tem vítimas no interior.




O automóvel ficou submerso numa linha de água situada junto à estrada que faz a ligação entre a Estrada Regional 258 (ER258) e o paredão da Barragem da Amoreira, no concelho de Serpa.




As operações de socorro mobilizavam 31 operacionais, apoiados por 13 veículos, dos Bombeiros de Serpa e Moura, incluindo equipas de mergulhadores, da GNR e do Serviço Municipal de Proteção Civil.




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Muro desaba sobre lar na Charneca da Caparica. Idosos retirados




Neste momento, 13 utentes estão a ser transferidos para Setúbal. Os restantes ficarão temporariamente com familiares.


Muro desaba sobre lar na Charneca da Caparica. Idosos retirados






O muro de uma habitação vizinha desabou, esta quarta-feira, sobre um lar de idosos na Charneca da Caparica.



Contactada pelo Notícias ao Minuto, uma funcionária da Pousada Sénior Santa Rita de Cássea explicou que naquela instituição estavam 18 utentes. Cinco vão ficar em casa de familiares, enquanto os restantes 13 estavam esta tarde a ser transferidos para uma outra instituição em Setúbal.




De acordo com um apelo feito nas redes sociais, a estrutura do lar ficou "danificada e os idosos não têm condições de habitabilidade".



"Com as condições climatéricas e os avisos para esta noite e próximos dias, é urgente a ação rápida das entidades responsáveis, para realojar os idosos", lia-se no mesmo apelo.




Já de acordo com a SIC Notícias, uma utente que dormia num dos quartos mais atingidos escapou por pouco, uma vez que tinha saído para a rotina da manhã cerca de dois minutos antes do muro ruir. Os detritos atingiram a cama daquela utente.



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As imagens de Alcácer debaixo de água. Nível de cheia supera os 2 metros




Lojas, restaurantes, cafés e salões de beleza estão a ser afetados e somam já grandes danos. Farmácias e escolas estão também encerradas. Veja as imagens na galeria abaixo.


As imagens de Alcácer debaixo de água. Nível de cheia supera os 2 metros






A zona ribeirinha de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, continua completamente inundada, depois do rio ter galgado a margem e atingido várias ruas da cidade.



Pelas 20h00, o nível de cheia na zona baixa de Alcácer do Sal já tinha ultrapassado os dois metros. A eletricidade foi cortada naquela zona por precaução.




A inundação abrange agora uma área mais vasta, com a marginal e mais ruas da cidade, agravando ainda mais a situação e prejudicando o comércio.




Lojas, restaurantes, cafés e salões de beleza estão a ser afetados e somam já grandes danos, como mostram as imagens que pode ver na galeria acima.




As duas farmácias daquele concelho foram hoje encerradas e encontram-se inundadas, devido às cheias que estão a assolar esta cidade do distrito de Setúbal.




Em comunicado, a câmara municipal explicou que as duas únicas farmácias da cidade estão encerradas face ao agravamento das inundações e os moradores que necessitarem de medicação terão de se deslocar até ao concelho vizinho de Grândola.




"Em caso de necessidade, a farmácia de serviço de referência passa a ser a Farmácia Pablo, na rua D. Nuno Álvares Pereira 168", lê-se na nota publicada no Facebook da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.




As escolas de Alcácer do Sal, Palma e Casebres também foram encerradas esta quarta-feira.




Várias pessoas foram retiradas das suas residências, transportando malas de viagem, e um idoso, que reside na zona ribeirinha, foi auxiliado pelos bombeiros para ir buscar medicação para a sua esposa.




Este fenómeno meteorológico despertou a curiosidade dos cerca de 20 habitantes que estão no local a observar as operações e que se mostram preocupados com a situação.




Num balanço feito hoje sobre a gestão de cheias, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado, destacava como um dos casos mais preocupantes o rio Sado, em Alcácer do Sal.




Numa reunião com a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, o responsável disse que a depressão Leonardo já afetou toda a região sul, que todas as barragens do Algarve estão a fazer descargas (incluindo a Bravura, que durante anos não passava de 15%) e que o rio Guadiana também está a chegar a níveis muito elevados, por conta de descargas do lado de Espanha.




Portugal continental está a ser afetado pela depressão Leonardo, prevendo-se até sábado chuva persistente e por vezes forte, queda de neve, vento e agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.



O IPMA informou na terça-feira em comunicado que as ondulações frontais associadas à depressão Leonardo irão afetar o estado do tempo em Portugal continental até sábado, com períodos em que a precipitação será persistente e por vezes forte, queda de neve nas terras altas do Norte e Centro, vento forte e agitação marítima forte.




Há uma semana o país foi atingido pela depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro e levou à morte de dez pessoas, à destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações.




Há ainda a registar centenas de feridos e desalojados.




Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.



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Vieira de Leiria reergue-se com telhas doadas de vários pontos do país




Um semana depois da tempestade, o presidente da junta de Vieira de Leiria acredita que a terra começa a reerguer-se, mas ainda com milhares de pessoas a fazerem fila para recolher telhas que chegam de vários pontos do país.


Vieira de Leiria reergue-se com telhas doadas de vários pontos do país





"Está-se a reerguer", diz, com lágrimas no olhos e voz embargada, o presidente da Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, Álvaro Cardoso, convicto de que se começam a ver "os pilares" daquelas que são as condições mínimas "para as pessoas poderem sobreviver".



São eles, "a água" que já chega a algumas casas, ainda que "com constrangimentos", a eletricidade, "que ainda só chega a 50% da povoação", e as comunicações que, desde a segunda-feira, "já têm cobertura em vários sítios".




"Nunca na minha vida pensei que era tão dependente das telecomunicações, mas elas são fundamentais em situações de catástrofe", reconhece hoje o autarca que na última semana tinha que ir à Câmara Municipal da Marinha Grande" responder a dezenas e dezenas de chamadas, para não ser ingrato para as pessoas".




Hoje, podia ter agradecido por telefone, mas preferiu ir ao mercado municipal, agora transformado num estaleiro para distribuição de materiais de construção, agradecer pessoalmente a Nelson Carvoeira, proprietário da empresa "Diversões Alentejano", em Vendas Novas.




Ele e o filho angariaram, junto de amigos e fornecedores, "15 mil telhas em dois dias". Hoje, carregaram o camião e rumaram a Viera de Leiria para as oferecer, incapazes "de ficar indiferentes", contou Nelson à agência Lusa.




No domingo, pai e filho já tinham vindo "entregar mil garrafas de água para os bombeiros" e hoje, ao presidente da junta contaram que já juntaram "1.700 euros em dinheiro", numa conta que estão a engordar para "distribuir por quem for preciso".




"Sou o homem mais feliz a dar", confessa.




O autarca agradece "todos os apoios e os voluntários que estão a ajudar a povoação, que já em 2018 tinha sofrido os efeitos da tempestade Leslie "uma criança, comparada a esta Kristin".




Ao mercado, a solidariedade vai chegando de todos os lados.




Do Grupo TT "Toca do Lobo", em Campo Maior, vieram oito pessoas e várias carrinhas trazer telhas e bens de higiene pessoal, detergentes e "leites, farinhas e fraldas para bebés doados pela Farmácia Central de Campo Maior", contou à Lusa o vice-presidente, José Varela.




Bens "distribuídos porta a porta no domingo" e na manhã de hoje pelo grupo que "dormiu nos carros" e, parte deles, "num alojamento cedido por um morador da Praia da Vieira".




Ao lado estaciona um camião acabado de chegar de Famalicão, com "rolos de espuma, plásticos e lonas" doados por um empresa e transportados por outra que ofereceu este serviço.




A fila para recolher estes bens crescia esta tarde, orientada por jovens, alguns do secundário, outros que deixaram as universidades onde estudam porque "é preciso ser solidário nestas alturas".




Ao longo de uma semana, na terra onde se contam pelos dedos as casas onde não faltam telhas, "milhares de pessoas têm passado por aqui, a recolher materiais que aqui estão pela generosidade do povo português", afirma Fernando Antunes, encarregado do estaleiro onde se concentram as doações.




"As pessoas que aqui vêm buscar materiais, são pessoas que têm a sua casa, pelo menos com alguma parte a descoberto ou destruída, chegam desoladas, desesperadas, a pedir ajuda na reparação, porque muitas são idosas ou vivem sozinhas", mas, lamenta, "ainda não conseguimos facultar esse serviço".




Para já, está a ser feito o levantamento das necessidades, através de inscrições na Junta de Freguesia e, "à medida que começarmos a ter equipas especializadas, vamos proceder a essas reparações", afiançou.




Quando houver tempo, hão de tentar reparar-se os danos "da outra parte da catástrofe, a parte humana de uma população que vai ter uma crise económica muito acentuada, com muitas empresas que estão a fechar e já não vão abrir e que vai gerar um grande problema social".




Mas, por enquanto, os dias vão sendo marcados pela procura incessante de telhas para que a " tempestade Leonardo não estrague mais ainda as casas onde não para de entrar água".




Pedro Miguel, que hoje conseguiu 16 telhas para o telhado da mãe, de 86 anos, encolhe os ombros, à falta de palavras para descrever "o estado de ansiedade em que ela ficou, com chapas a bater por todo o lado e telhas a voar".




Carlos Marques, de 73 anos, desfaz-se em lágrimas porque, no seu caso, "o telhado foi todo". Hoje, estava difícil encontrar telhas iguais às que o vento lhe levou. E da cabeça não lhe sai a memória da noite trágica em que o filho, de 40 anos, "portador de deficiência, que tem o quarto no primeiro andar, ficou sem telhado e veio a chorar para o andar de baixo, a pedir para dormir na nossa cama".




"É muito duro, o meu filho mais velho, levou o irmão para o Norte. Ficámos eu a minha mulher, que felizmente tem mais força porque eu só faço é chorar", disse.




Na fila para conseguir telhas, somam-se as histórias de quem, há uma semana não consegue descansar.




"É o vento a levantar as lonas, é a chuva a entrar pela casa" conta Paula, de 45 anos, ainda assim com menos estragos que a mãe, Maria José, que tem " o teto a pingar água para cima da cama e o sofá da sala ensopado".




"O que vale", insiste Fernando Antunes, "é vir gente de todo o país ajudar a reconstruir esta terra, porque senão, era uma missão impossível".




E mesmo assim, conclui, "as casas reparam-se, os telhados tapam-se, mas para muita gente esta tempestade deixou danos irreparáveis".





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Forças Armadas com mais de 2.100 militares no apoio à população




As Forças Armadas pré-posicionaram hoje 44 botes nas zonas de Coimbra, Tancos e Águeda e ativaram a capacidade de resgate anfíbio no rio Lis e Tejo, tendo empenhado um total de 2.173 militares.


Forças Armadas com mais de 2.100 militares no apoio à população




O gabinete do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) referiu ainda, em comunicado, que foram posicionadas unidades de bombagem de água, viaturas de transporte de emergência e equipas para apoio à implementação de barreiras para responder a cheias, em Tancos, distrito de Santarém.



No total, estiveram hoje empenhados 2.173 militares, 155 viaturas, 23 máquinas e engenharia e 44 botes, pode ler-se.




As Forças Armadas realçaram ainda que estão em processamento sete pedidos de apoio solicitados pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).




Entre os pedidos estão a desobstrução de vias, produção de energia, operações anfíbias de busca e salvamento, transporte de pessoas ou alojamento e alimentação.



As Forças Armadas mantêm disponíveis seis helicópteros, uma aeronave C-130 e uma aeronave de reconhecimento de asa fixa P3C da Força Aérea.




O gabinete do EMGFA apontou que entre 28 de janeiro e hoje estiveram empenhados 6.290 militares, com 633 meios terrestres e 69 máquinas de engenharia.




Entre os apoios estão a ajuda a 480 pessoas com alojamento e alimentação, 29 equipamentos Starlink para reforço/disponibilidade de comunicações de emergência ou 71 geradores.




A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional (AMN) também divulgaram hoje que projetaram para a Marinha Grande, distrito de Leiria, dois pelotões de fuzileiros para "apoio geral à população, desobstrução de vias e reparação de telhados, bem como uma equipa para apoio técnico na área elétrica".




"Até ao momento, neste apoio à população afetada, maioritariamente na região Centro do país, já foram removidas seis toneladas de destroços de árvores junto de escolas e estradas, retiradas cerca de 66 toneladas de destroços do rio Lis, em Leiria, bem como desobstruídos aproximadamente dez quilómetros de estrada", pode ler-se no comunicado sobre as ações de apoio desde o início da situação de mau tempo em Portugal continental.




Na zona de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, os elementos da Direção de Combate à Poluição do Mar (DCPM), da AMN, "continuam a reforçar a capacidade de esgoto de água das áreas inundadas, tendo, até ao momento, esgotado mais de 2000 metros cúbicos de água", sublinhou a mesma fonte.




Até ao momento estiveram empenhados cerca de 410 militares e militarizados, 42 viaturas, 39 botes, quatro geradores e 17 drones, a que acresce um helicóptero em prontidão, acrescentou, sublinhando que "continuam a aumentar, de forma gradual e de acordo com a avaliação efetuada junto das autarquias, o pessoal e meios no local".




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.




A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.



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Inundações em Alhandra e Vila Franca de Xira sem vítimas




O galgamento do rio Tejo causou hoje inundações junto às zonas ribeirinhas de Alhandra e Vila Franca de Xira, Lisboa, que levaram à suspensão da Linha ferroviária do Norte, entre Castanheira e Alverca, segundo a proteção civil.


Inundações em Alhandra e Vila Franca de Xira sem vítimas

















Fonte do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa adiantou à Lusa cerca das 07h30 que as inundações não causaram vitimas, nem desalojados.



"Por causa das inundações, está suspensa a circulação ferroviária na Linha do Norte, entre Castanheira e Alverca, e a Estrada Nacional (EN) 10, está cortada no sentido sul-norte junto a Vila Franca de Xira", disse.



A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou entre as 00h00 e as 06h30 pelo menos 70 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria quedas de árvores e inundações de estruturas ou superfícies.


Segundo informação disponível no 'site' da ANEPC às 06h30, a maioria das ocorrências foram registadas na Grande Lisboa, nas regiões Oeste, Lezíria do Tejo, Coimbra e Península de Setúbal,



Contactado hoje pela Lusa, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa disse esta madrugada se registaram dezenas de ocorrências relacionadas com os efeitos da passagem da depressão Leonardo, a maioria quedas de árvores e inundações, sem vitimas.





A depressão Leonardo está a atravessar o continente com chuva persistente e por vezes forte, e vento, tendo sido emitidos avisos pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.



A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.




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Trabalhador em estado grave após vento forte o projetar em Porto de Mós




Um homem ficou hoje gravemente ferido num acidente de trabalho no concelho de Porto de Mós, quando o vento forte o projetou contra uma parede, disse à agência Lusa fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR).


Trabalhador em estado grave após vento forte o projetar em Porto de Mós





De acordo com o Comando Territorial de Leiria da GNR, o operador, com 40 anos, encontrava-se "numa grua com cesta", com equipamentos adequados de proteção individual, numa empresa em Calvaria de Cima.



"Com o vento forte, foi projetado, embatendo com violência numa parede", adiantou a mesma fonte.



O trabalhador, considerado ferido grave, foi transportado para o Hospital de Santo André, em Leiria.



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Coimbra com circulação rodoviária cortada na Espertina e em dois túneis




A circulação automóvel encontra-se cortada na Estrada da Espertina, bem como nos túneis da Marmeleira e da Estrada Nacional (EN) 17, junto à Quinta da Portela, revelou hoje fonte da Câmara Municipal de Coimbra.


Coimbra com circulação rodoviária cortada na Espertina e em dois túneis




De acordo com a mesma fonte, o caudal da Ponte do Açude atinge os 1.487 m³ por segundo.



Foram também acionados para o Cabouco uma embarcação e um veículo dos Bombeiros Sapadores de Coimbra.


Na quarta-feira, a Câmara de Coimbra alertou que se mantém o risco de cheias com afetação das zonas ribeirinhas do rio Mondego.



"As equipas de proteção civil, segurança e socorro, bem como os serviços municipais, estão em prontidão no terreno, em ações de prevenção e vigilância".



A população é aconselhada a evitar a circulação e permanência em zonas ribeirinhas ou inundáveis, retirar bens e viaturas de áreas suscetíveis a cheias, garantir a limpeza de sistemas de drenagem junto às habitações e acompanhar a informação oficial e seguir as indicações das autoridades.



Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.



A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.


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Leiria: "Já não nos bastava ficar sem teto e hoje ficamos sem chão"




Aos 83 anos, Gabriela Ferreira foi hoje retirada de casa num bote do Exército, ao contrário de outros vizinhos da sua rua, em Leiria, que se recusaram a sair apesar da anunciada subida das águas.


Leiria: Já não nos bastava ficar sem teto e hoje ficamos sem chão







"Já não nos bastava ficar sem teto e hoje ficamos sem chão", desabafou Cátia Guarda, olhos postos no bote onde seguia a avó Gabriela, de 83 anos, e o filho Afonso, os últimos a ser retirados das habitações na Ponte das Mestras, em Leiria, que hoje de manhã ficaram cercadas pela águas.



Cátia ainda conseguiu sair pelo próprio pé para pôr a salvo ovelhas, que pastavam nas traseiras do prédio da família Ferreira. Mas, Gabriela e Afonso precisaram da ajuda dos militares, que retiraram oito pessoas só daquela rua.




"Há cerca de 15 pessoas que não querem sair das suas casas", contou à Lusa o Tenente Nunes do corpo de fuzileiros, explicando que não podem obrigar ninguém a sair, apenas alertar para os perigos.




Por volta das 12:00, os militares circulavam na rua com água pela cintura e as previsões eram de agravamento da situação, uma vez que o rio Liz continuava a subir, contou à Lusa Paulo Oliveira, Comandante do setor Alfa dos Bombeiros Sapadores de Leiria, responsável "pela cidade de Leiria e pelas freguesias a sul".




Paulo Oliveira teve de regressar hoje de manhã à Ponte das Mestras, depois de uma noite a "bater de porta em porta" numa ação preventiva a avisar para a subida das águas.




Foram poucos os que decidiram deixar as suas casas logo na quarta-feira. Hoje, muitos precisaram de ajuda, mas também há quem resista, como Álvaro Oliveira, 77 anos, que diz não ter medo da chuva nem das cheias. A decisão de Álvaro deixa amigos e funcionários preocupados.




Do viaduto que dá para a Ponte das Mestras, José Rodrigues tenta falar com o patrão. "Ele não sai de casa, diz que já assistiu a cinco cheias e que já está habituado", contou José Rodrigues.




Ao seu lado, Paula Silvina tenta ter noticias da "Dona Josefa, que vive ali numa casa, que está cheia de água", contou à Lusa, entre lágrimas.




Muitas das casas que hoje estão isoladas, sentiram na última semana os efeitos da tempestade Kristin.




O telhado do prédio onde vive Gabriela e Cátia está parcialmente destruído, mas não conseguem arranjar quem o arranje.




"Tenho tirado folgas que tinha em atraso e agora parece-me que terei de meter férias, porque não consigo voltar para o trabalho nesta situação", disse Cátia Guarda, mostrando os calos das mãos, sinais de uma semana "inteira a apanhar água com a esfregona". O filho adolescente também continua sem aulas, porque a escola foi atingida pela tempestade e ainda não reabriu.




Cátia tenta combater o desanimo até porque sabe que ainda há quem esteja pior: "Há quem continue sem água, nem luz. Há não nem tenha o que comer ou não tenha idade para estas tragédias, como a minha avó", lamentou a mulher de 43 anos.



Gabriela foi levada pelos bombeiros para a Igreja da Cruz de Areia, juntamente com outros moradores da zona. Antes de entrar no carro rumo à igreja desabafou: "Vivo nesta rua há 63 anos e nunca tinha visto nada assim".




Num outro ponto da cidade, uma equipa da proteção civil tenta chegar a casa de uma senhora, que está rodeada de água. À Lusa, o responsável explicou que o rio, que antes passava junto a um dos lados da vivenda, desdobrou-se em dois" e a casa da idosa transformou numa espécie de ilha, inacessível a pé ou de carro.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.




A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.



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Alpiarça prepara evacuação de zonas ribeirinhas devido ao risco de cheias




O município de Alpiarça alertou hoje para a necessidade de evacuação preventiva, e eventualmente obrigatória, de zonas ribeirinhas nas próximas horas, devido ao "aumento significativo dos caudais do rio Tejo e seus afluentes", que poderá originar cheias no concelho.


Alpiarça prepara evacuação de zonas ribeirinhas devido ao risco de cheias





Em comunicado, a autarquia indica que a situação resulta de "condições meteorológicas adversas e precipitação intensa prevista", que estão a agravar o cenário hidrológico.



No âmbito do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, o município refere que a população residente em zonas inundáveis "deve preparar-se para abandonar as suas habitações".




O município identificou como zonas críticas o Matadouro, Praça Velha, rua 5 de Outubro, rua do Lavadouro, Quinta da Atela, Quintas da Gouxaria (junto ao Tejo), Vale das Oliveiras e Postes Carmo, advertindo que outras áreas poderão ser afetadas consoante a evolução dos caudais.




Na nota, a Câmara indica ainda que está a avaliar "de forma permanente" o impacto da situação nas infraestruturas, equipamentos públicos e vias de circulação, podendo ser comunicadas restrições, encerramentos ou ajustamentos de funcionamento "sempre que a segurança o justifique".



Entre as medidas já definidas está o encerramento na sexta-feira de todos os estabelecimentos de ensino do concelho, "com o objetivo de evitar deslocações e garantir a segurança da comunidade escolar".




Foram igualmente encerrados o parque de estacionamento da Albufeira dos Patudos e as vias pedonais circundantes.




A autarquia também já mobilizou equipas permanentes para monitorizar as zonas ribeirinhas e meios operacionais para "eventuais evacuações e circulação em segurança".



Um centro de acolhimento temporário no quartel dos Bombeiros Municipais para alojamento, alimentação e apoio social a residentes deslocados já foi preparado e o centro de saúde está "estado de prevenção ativo" para responder a situações de urgência, é acrescentado.




A autarquia recomenda à população que evite deslocações desnecessárias, sobretudo para zonas ribeirinhas, e que não atravesse vias inundadas ou áreas sinalizadas como interditas, e aconselha a que sejam mantidos documentos essenciais e bens de primeira necessidade preparados.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.




A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.





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Santarém determina "evacuação obrigatória" das zonas ribeirinhas




A Câmara de Santarém determinou hoje a "evacuação obrigatória das zonas ribeirinhas" e o encerramento de todas as escolas do concelho como medidas urgentes de proteção à população na sequência do alerta de situação de cheias "nas próximas horas".


Santarém determina evacuação obrigatória das zonas ribeirinhas





"A população residente em áreas de risco deve abandonar as suas habitações com máxima brevidade", avisou o município de Santarém, indicando que as zonas identificadas como críticas são Caneiras, Ribeira de Santarém (até à linha de caminho de ferro) e São Vicente do Paul -- Reguengo do Alviela.



Nestas três zonas ribeirinhas, a Câmara de Santarém determinou a evacuação obrigatória "nas próximas sete horas", segundo um comunicado divulgado cerca das 11:15.




Além disso, o município alertou que outras zonas poderão ser afetadas com a evolução do aumento das cheias, nomeadamente Vale de Figueira (zona da Secágro) e Alfange.




A evacuação das zonas ribeirinhas é uma das medidas urgentes e preventivas determinadas pela Câmara de Santarém, em conjunto com o Serviço Municipal de Proteção Civil, no âmbito do aviso à população para "uma situação de cheias nas próximas horas", devido ao aumento exponencial dos caudais do Rio Tejo e seus afluentes, bem como à precipitação intensa prevista entre hoje e sexta-feira.



Outra das medidas é o encerramento de todas as escolas do concelho na sexta-feira, com o objetivo de "evitar deslocações e garantir a segurança da comunidade escolar".




Neste âmbito, a Câmara de Santarém ativou a "reabertura da Passagem de Nível do Peso (excecionalmente) para evacuação da zona das Caneiras, só disponível a veículos ligeiros e de proteção civil", bem como equipas permanentes de acompanhamento e monitorização das zonas ribeirinhas.




Ainda sobre os meios de proteção civil mobilizados, o município determinou o apoio operacional às evacuações e circulação em segurança e a criação de um Centro de Acolhimento Temporário a partir das 16:00, no Pavilhão Municipal de Santarém para pessoas sem suporte familiar imediato, assegurando condições de alojamento, alimentação e apoio social.




A Câmara de Santarém recomenda à população que evite todas as deslocações desnecessárias, privilegie o teletrabalho e se mantenha atento às comunicações oficiais do município, informando que os contactos da Proteção Civil Municipal são 243 333 122 e 800 222 122.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.



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Sertã apela à doação de desumidificadores, lonas, telhas e plásticos




O município da Sertã, no distrito de Castelo Branco, apelou hoje à doação de desumidificadores, telhas, plásticos e lonas de proteção, no âmbito de uma campanha de recolha de materiais.


Sertã apela à doação de desumidificadores, lonas, telhas e plásticos




"A Câmara Municipal da Sertã continua a angariar materiais para fazer face aos estragos causados pela depressão Kristin em habitações por todo o concelho", referiu a autarquia, numa nota enviada à comunicação social.



As doações podem ser entregues nos Estaleiros da Câmara Municipal da Sertã, todos os dias, das 08:00 às 17:00.




"Apela-se à doação de desumidificadores, plásticos e lonas de proteção, assim como telhas".




A autarquia dispõe de atendimento centralizado (Balcão de Atendimento Único) no edifício da Câmara Municipal, onde as pessoas podem reportar diversas ocorrências, como situações que carecem de ação social, colocação de plásticos e lonas em coberturas, vias obstruídas, ruturas de água ou falta de energia.



Neste espaço, podem também receber esclarecimentos e tirar dúvidas sobre apoios disponibilizados pelo Estado para fazer face aos prejuízos.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.




A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.



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Bombeiros da Régua preocupados com derrocadas e aluimentos




O comandante dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua reforçou hoje o alerta para o perigo de derrocadas e aluimentos devido à excecional saturação dos solos, referindo que as ocorrências no concelho aumentaram 50% face a quarta-feira.


Bombeiros da Régua preocupados com derrocadas e aluimentos





"Aquilo que nos preocupa neste momento, e muito, é a forte precipitação que nos vai causando alguns problemas, sejam eles em área urbana e de acesso às freguesias. São os aluimentos e derrocadas que mais preocupam. Os solos estão excecionalmente saturados. As ocorrências aumentaram [hoje] cerca de 50% face àquilo que foi o dia de ontem [quarta-feira]. E algumas ocorrências já causaram alguns prejuízos", disse Rui Lopes.



À agência Lusa, num ponto de situação feiro cerca das 13:30 sobre o mau tempo no município onde, tradicionalmente, outra das preocupações é o aumento do caudal do rio Douro, o comandante dos Bombeiros Voluntários do Peso da Régua disse que "a monitorização tem sido feita de hora a hora".




"Neste momento o bar [que habitualmente serve de referência sobre o nível de caudal] pode até já estar totalmente submerso. O rio é uma coisa gradual e as medidas preventivas estão montadas", descreveu.




Portugal continental está a ser afetado pela depressão Leonardo, prevendo-se até sábado chuva persistente e por vezes forte, queda de neve, vento e agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.




Há uma semana o país foi atingido pela depressão Kristin, que atingiu sobretudo a região Centro e levou à morte de dez pessoas, à destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações.



Há ainda a registar centenas de feridos e desalojados.



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"Em termos de ocorrências, temos a registar até ao momento 5.793"




A Proteção Civil registou 5.793 ocorrências relacionadas com cheias entre 01 de fevereiro e as 12:00 de hoje, indicou o comandante nacional do organismo.


Em termos de ocorrências, temos a registar até ao momento 5.793




"Em termos de números de ocorrência, temos a registar até ao momento 5.793 ocorrências, 20.328 operacionais envolvidos nestas ações e com um total de 8.007 meios terrestres", disse Mário Silvestre na conferência de imprensa na sede Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras, no distrito de Lisboa.



De acordo com o responsável, a Proteção Civil mantém a "vigilância com três helicópteros, que continuam a fazer a monitorização e avaliação de todas as zonas de impacto das cheias".




Mário Silvestre indicou que as quedas de árvores continuam a representar um número significativo de incidentes, mas começam a ser acompanhadas pelo aumento das inundações.




"O número de inundações (...) está neste momento bastante elevado, com 1.593 ocorrências", acrescentou.




O comandante nacional da Proteção Civil disse ainda que há várias localidades isoladas devido à subida das águas.




Em Santarém, permanecem cortadas Reguengo do Alviela, Valada, Porto da Palha e Caneira. No distrito de Coimbra, a localidade de Ereira, em Montemor o Velho, continua sem acessos.




No 'briefing' das 12:00, o responsável lembrou que as cheias continuam a obrigar ao realojamento de centenas de pessoas em vários distritos.




Mário Silvestre explicou que, em Santarém, há 53 pessoas deslocadas, "em virtude da [tempestade] Kristin", acrescentando que há ainda 132 pessoas no Lar de Coruche, onde existe um plano pronto para eventual evacuação "se houver necessidade".




Em Leiria, foram realojadas 145 pessoas, enquanto em Castelo Branco permanecem deslocadas 53.




No distrito de Setúbal, há 15 pessoas realojadas, incluindo oito acamados. Duas pessoas provenientes da Trafaria foram encaminhadas para um local de acolhimento temporário do Serviço Municipal de Proteção Civil.




Mário Silvestre explicou ainda que o plano especial para risco de cheias no Tejo foi elevado ao nível vermelho, após avaliação dos caudais e do impacto previsto, levando as autoridades a reforçar a coordenação distrital e a vigilância em toda a bacia hidrográfica.




"O Tejo tem um plano especial para risco de cheias [...] e foi esse plano que foi elevado para o seu nível vermelho", afirmou.




Segundo o comandante, os patamares do plano "estão diretamente indexados aos caudais [...] que têm um ponto de referência que é a estação de controlo em Almourol", no distrito de Santarém.




A decisão foi tomada após a reunião da Comissão Distrital de Proteção Civil de Santarém, realizada às 09:00 de hoje.




O responsável sublinhou que "só a bacia do Tejo é que tem um plano especial dentro deste nível de evolução, exatamente pelo impacto e pela dimensão da bacia".




Depois da passagem da depressão Kristin, na semana passada, Portugal continental está agora a ser afetado pela passagem da depressão Leonardo, com chuva persistente e por vezes forte, vento e forte agitação marítima, tendo sido emitidos vários avisos laranja (o segundo mais grave) pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também algumas centenas de feridos e desalojados.




A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.




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Proteção Civil aciona alerta vermelho após duplicação do caudal do Tejo




A Proteção Civil ativou hoje o alerta vermelho para a bacia do Tejo devido à subida abrupta do caudal, provocada pelas descargas das barragens, o que coloca em risco zonas ribeirinhas e impõe medidas preventivas no distrito de Santarém.


Proteção Civil aciona alerta vermelho após duplicação do caudal do Tejo




"Até às 05h00 tínhamos apenas informações sobre caudais que seriam debitados nas barragens do Fratel, Pracana e Castelo de Bode, com um acumulado em Almourol de cerca de 3.500 metros cúbicos por segundo [m³/s]. Durante a madrugada, o cenário inverteu-se e já ultrapassámos 7.400 m³/s. Por isso, foi decretado o alerta vermelho", disse à Lusa o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Santarém, Manuel Jorge Valamatos.



O agravamento do estado de alerta para nível vermelho, o mais elevado de uma escala de quatro, indica risco extremo de inundações e cheias significativas devido ao mau tempo, à subida dos caudais e às descargas das barragens, com possibilidade de inundação de áreas habitualmente críticas, deslizamentos de terras e derrocadas, e implica a mobilização imediata de meios de proteção civil.



"Desde as 9:00 estamos a trabalhar com todas as estruturas de proteção civil, GNR e PSP para regular trânsitos e minimizar prejuízos a bens e pessoas. As previsões indicam que os caudais vão continuar a subir nas próximas horas", acrescentou Valamatos.



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Inundações, ruas intransitáveis e estragos por contabilizar na Lourinhã




No centro e em algumas zonas dos arredores do concelho da Lourinhã, no distrito de Lisboa, a depressão Leonardo provocou inundações, estragos ainda por contabilizar e várias vias estão intransitáveis.


Inundações, ruas intransitáveis e estragos por contabilizar na Lourinhã




A agência Lusa esteve na vila da Lourinhã, cerca das 13:30, numa altura em que não chovia e algumas estradas estavam quase secas, contrastando com outras áreas, onde o nível da água cobria quase a totalidade dos pneus das poucas viaturas estacionadas.



O movimento nas ruas da Lourinhã era escasso, várias lojas estavam fechadas, algumas delas por se encontrarem em ruas intransitáveis devido às cheias, enquanto outros estabelecimentos estavam a funcionar normalmente, embora com menos movimento do que habitualmente.




Também não eram visíveis ações de limpeza nas zonas afetadas pelas cheias. Em declarações à agência Lusa, o vereador da Proteção Civil da Câmara da Lourinhã, António Gomes, explicou que não é possível intervir enquanto o nível da água não baixar naturalmente.



Ainda assim, o município antevê "muito trabalho" de limpeza e lavagem das ruas assim que as condições o permitam. Segundo o autarca, nas próximas horas, com a subida da maré, não é expectável uma descida do nível da água, podendo mesmo verificar-se um agravamento da situação.



De acordo com o responsável pela Proteção Civil, há registo de inundações em alguns estabelecimentos comerciais e na Igreja de Nossa Senhora dos Anjos, embora os prejuízos ainda não tenham sido contabilizados.




Todas as escolas do concelho foram hoje encerradas devido às dificuldades de circulação e permanecerão fechadas na sexta-feira. O centro de saúde não foi afetado pelas cheias, mas encontra-se a funcionar apenas com serviços mínimos, indicou António Gomes.




O vereador salientou ainda que há várias estradas cortadas no concelho, sendo a situação mais grave na Estrada Nacional 8-2, no Lugar do Lourim, que liga a Lourinhã a Torres Vedras e à A8. A via sofreu um abatimento parcial na semana passada, na sequência da depressão Kristin, e as obras ainda não tiveram início devido à persistência do mau tempo.



Segundo António Gomes, a Infraestruturas de Portugal tem tentado iniciar a intervenção, sem sucesso. "Não sabemos quando é que vão conseguir começar a obra a sério, mas é uma obra prevista para durar entre um a dois meses, pelo que esta via vai permanecer interrompida durante bastante tempo", referiu.




A reportagem da Lusa esteve também na freguesia do Vimeiro, uma das zonas mais afetadas pelas cheias no concelho.



Vários estabelecimentos comerciais encontram-se inundados e encerrados, entre os quais um supermercado e uma bomba de gasolina.




O Lar Nossa Senhora do Carmo está a funcionar normalmente, uma vez que o interior não foi afetado, embora o edifício esteja cercado pela água.



O presidente da Junta de Freguesia do Vimeiro, José Luís Castro, disse à Lusa que a troca de turnos dos funcionários tem sido assegurada com o apoio de um veículo dos bombeiros, já que não é possível aceder ao lar a pé nem com viaturas ligeiras.




Também nesta freguesia não eram visíveis ações de limpeza, devido à impossibilidade de acesso às zonas inundadas.



Segundo o autarca, há muitas habitações afetadas, mas os estragos ainda estão por avaliar.



"Na área das cheias não conseguimos circular e não conseguimos fazer limpeza nenhuma", afirmou.



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Com arcas e fogões, clube transformou-se na "casa de todos" na Batalha




Em Casal do Relvas, Batalha, a Sociedade Recreativa Relvense transformou-se na "casa de todos", disponibilizando arcas frigorificas e fogões para a comunidade que ficou sem eletricidade na sequência da depressão Kristin.


Com arcas e fogões, clube transformou-se na casa de todos na Batalha







Um gerador cedido pelo município da Batalha, no distrito de Leiria, permitiu manter o clube de portas abertas e ali, quem quer, pode deixar os seus bens alimentares em arcas frigoríficas e frigoríficos.



"Permite que esta seja a casa delas, consigam guardar a comida, fazer refeições", afirmou hoje à agência Lusa Rafael Albino, presidente da sociedade da aldeia Casal do Relvas.




Parte da localidade permanece sem eletricidade, enquanto outra já está a ser alimentada por um gerador instalado no posto de transformação (PT).




Manuel José é o vice-presidente da sociedade e foi ele quem, esta tarde, abriu as portas. Pouco depois começaram a aparecer pessoas que queriam tomar café ou carregar o telemóvel.




Durante a manhã, as portas estiveram abertas para quem precisou de ir buscar alimentos para o almoço. "Tentamos fazer o melhor possível para os outros", salientou.




Manuel José ficou sem a garagem, que "voou" com a tempestade Kristin. Francisco Caiado teve mais estragos no pinhal, que ficou no chão, mas continua sem energia elétrica em casa.




"A minha salvação é o meu genro que é encarregado numa empresa de construção civil e o patrão deixa-o trazer o gerador à noite para a gente conseguir aguentar e tomar banho. Depois, de manhã, volta a levá-lo. É sempre assim, a desenrascar", referiu.




Depois de cinco dias fechado, o restaurante de Carlos Costa reabriu na segunda-feira a "meio-gás", com ajuda de um gerador emprestado que "não dava para tudo", pelo que começou por confecionar refeições ligeiras.




"Tentamos desenrascar dentro do possível, temos de ser resilientes, não podemos baixar os braços e temos de ir à luta", sustentou, adiantando à Lusa que agora já há energia, através do gerador que alimenta o PT, pelo que já consegue trabalhar, ainda limitado, mas com "mais normalidade".




Com muitas pessoas ainda sem conseguirem cozinhar em casa, Carlos Costa disse que estão ainda a servir em 'take-away'.




"Em outros locais houve mais estragos, é verdade, mas foi o suficiente para nos deixar desgastados", notou ainda.



A poucos quilómetros de distância, o Centro Recreativo dos Pinheiros também serviu de espaço de apoio à comunidade.



"Pudemos confecionar alimentação para as pessoas que não tinham condições para fazer essas refeições em casa, aquelas que têm tudo em sistema elétrico. Aqui atrás, onde temos um bar onde fazemos festas, instalamos uma lavandaria, fomos buscar máquinas de lavar e de secar dos particulares e a população da aldeia e alguns de fora vieram aqui lavar e secar roupa", explicou um dos responsáveis, Luís Pereira.




Na quarta-feira foi reposta a energia, também através de um gerador que alimenta o PT, que serve cerca de 90% desta aldeia, faltando algumas casas em locais onde foi maior a destruição da rede.




"Mas são poucas, neste momento, as casas que não têm energia aqui, mas há outras aldeias à volta onde ainda não há energia porque a destruição foi muito grande, as linhas de baixa tensão foram completamente devastadas e não há capacidade de resposta de quem anda a reparar isto", referiu Luís Pereira.




Este responsável descreveu um "cenário devastador" deixado pela depressão Kristin nestas aldeias do concelho da Batalha.



Por aqui, o silêncio vai sendo quebrado pelo barulho dos geradores, veem-se ainda muitos habitantes a reparar as coberturas destelhadas, tal como muitas árvores caídas.



Nestas comunidades, as pessoas juntaram-se também, na semana passada, para formar piquetes para evitar o furto de combustível de geradores instalados para alimentar a rede de abastecimento de água. Entretanto, o município contratou um empresa privada de segurança.




"Tivemos que mobilizar a população para fazer turnos durante o dia e durante a noite para podermos assegurar que o gasóleo não era roubado, que os geradores funcionavam durante 24 horas, para que estas populações, abastecidas por furos, pudessem ter água", lembrou Luís Pereira.




Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.




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"Comboio de tempestades" não para. Marta chega na próxima semana




Depois de Ingrid, Joseph, Kristin e Leonardo, Portugal prepara-se para abrir a porta a mais uma depressão. Marta chega na próxima terça-feira e promete trazer consigo mais chuva, vento e agitação marítima.


Comboio de tempestades não para. Marta chega na próxima semana




Portugal prepara-se para enfrentar um novo agravamento das condições meteorológicas já na próxima terça-feira, poucos dias depois de ter passado por um "comboio de tempestades", que deixou um rasto de destruição por todo o país.



A informação foi avançada pelo presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que disse ter recebido indicações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) sobre a aproximação de uma nova tempestade atlântica: a depressão Marta.




Desta forma, depois de hoje ter sido mais um dia de intenso mau tempo, no fim de semana espera-se uma curta pausa nas tempestades. Tão curta que Marta vai bater-nos à porta já no próximo dia 10 de fevereiro.




Algo semelhante defende o site da especialidade Meteored. De acordo com este, a tempestade Leonardo, cujo centro está atualmente situado a norte do arquipélago dos Açores, estará a afetar o estado do tempo em Portugal continental entre quarta-feira e sábado, 7 de fevereiro.




Na previsão dos meteorologistas, até sábado "mantém-se elevado o risco de cheias, inundações, deslizamentos de terras e derrocadas em vastas zonas da geografia continental, o que exigirá um comportamento adequado de prevenção e uma monitorização contínua das autoridades":




Um padrão meteorológico instável que deverá manter-se, mesmo após as frentes "sucessivamente lançadas" pela tempestade Leonardo.




A partir do meio da tarde de domingo, 8 de fevereiro, "prevê-se a passagem de mais frentes associadas a uma nova tempestade atlântica que caso cumpra os critérios de nomeação, poderá designar-se de Marta".




Recorde-se que muitas zonas ribeirinhas do país estão a ser hoje evacuadas devido às cheias, provocadas pela chuva forte que caiu nos últimos dias.



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Homem morre após queda de telhado no concelho da Sertã




Um homem de 72 anos faleceu hoje na sequência de uma queda de um telhado que estaria a arranjar, na localidade de Palhais, no concelho da Sertã, confirmou à agência Lusa a GNR.


Homem morre após queda de telhado no concelho da Sertã




Segundo o oficial de relações púbicas do Comando Territorial de Castelo Branco, o alerta chegou à GNR às 14h04 de quarta-feira.



No local, para prestar socorro estiveram os bombeiros de Cernache do Bonjardim, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do INEM Abrantes e uma ambulância de Suporte Imediato de Vida de Avelar.



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Proteção civil alerta para risco agravado de inundações nos próximos dias




A Proteção Civil alertou hoje para o risco agravado de inundações e cheias, na sexta-feira e no sábado, devido à subida dos caudais da maioria dos rios e às descargas de barragens espanholas.


Proteção civil alerta para risco agravado de inundações nos próximos dias



A continuação da chuva "intensa registada nos últimos dias" provocará a subida dos caudais dos rios e pode levar a cheias provocadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras, segundo o comunicado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).



Com base na informação que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) disponibilizou à ANEPC, os caudais dos rios vão manter-se elevados, em particular a bacia do Tejo, com uma "tendência de subida significativa", destacando-se os rios Zêzere, Nabão e Sorraia.




Os caudais também vão manter-se elevados e com tendência para subir no Rio Minho, Rio Lima, Rio Cávado, Rio Douro, Rio Vouga, Rio Mondego, Rio Lis, Rio Sado, Rio Guadiana, Ribeiras do Arade e as ribeiras do Algarve.



A Proteção Civil alertou também para o risco de inundações em áreas urbanas e para a formação de lençóis de água.




O corte do trânsito em algumas vias rodoviárias, por estarem submersas e derrocadas são outros efeitos da depressão Leonardo que poderão ocorrer, segundo a nota.





A Proteção civil alertou ainda para a presença de objetos soltos arrastados para as vias rodoviárias e para possibilidade estruturas móveis ou mal fixadas se soltarem devido às cheias e inundações, sendo que estes objetos e estruturas podem causar acidentes rodoviários.




Em relação às medidas preventivas, a ANEPC apelou às pessoas que desbloqueiem os sistemas de escoamento, ou seja, que retirem os objetos que possam ser arrastados pela água para as estradas e que prejudiquem o funcionamento dos sistemas.




A Proteção Civil pediu também que a população evite qualquer tipo de atividade próxima de linhas de água, em especial nas zonas com histórico de inundações.



A ANEPC apelou ainda para que as pessoas não estacionem veículos em zonas historicamente inundáveis e não atravessem locais inundados, evitando que cidadãos ou carros sejam arrastados para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.




Na nota, a Proteção Civil pediu a retirada de animais de zonas inundáveis e "especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas próximas de linhas de água, devido ao risco de queda de ramos e/ou árvores arrastados pelas águas".




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