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Um laboratório ilegal que produzia e comercializava cápsulas de fosfoetanolamina sintética, substância que supostamente combate o cancro, foi encerrado em Conchal (a 180 km de São Paulo).
Três pessoas foram presas e duas estão em fuga.
Cada frasco com o produto era vendido por 180 reais e, segundo a Polícia Civil do Distrito Federal, que coordenou a acção, o grupo facturava 900 mil reais mensais.
Todos os envolvidos são de uma mesma família.
Conseguiram, ainda não se sabe de que forma, a fórmula da fosfoetanolamina sintética produzida pela USP (Universidade de São Paulo), e vendiam as cápsulas com o produto para todo o país, pela Internet e por telefone, com entrega pelos correios.
A polícia não sabe quantas pessoas compraram o produto.
Segundo o director adjunto da divisão do Consumidor da Polícia Civil do Distrito Federal, que coordenou a acção, a polícia chegou à quadrilha após uma denúncia anónima feita há 45 dias por um paciente que iria comprar o remédio.
As investigações culminaram na descoberta do grupo e no encerramento do laboratório que, segundo o agente, não tinha a menor condição de funcionar.
«O local funcionava no fundo de uma casa e não tinha higiene nenhuma», relatou.
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