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Levantamento de rancho no Corpo de Intervenção da PSP

florindo

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Os 120 efectivos do Corpo de Intervenção (CI) da PSP estacionados na Ajuda, em Lisboa, efectuaram ontem um levantamento de rancho ao almoço. Os membros daquela subunidade da Unidade Especial de Polícia (UEP) recusaram a comida da messe como forma de protesto contra os cortes nos vencimentos, a redução do período de descanso e o atraso de um ano no pagamento de retroactivos.

Até final da semana mais três grupos do CI, instalados no mesmo local, deverão voltar a não comparecer às refeições.

O levantamento de rancho, inédito naquela unidade especial da PSP, foi decidido ontem de manhã e contou com a adesão de todo o efectivo do CI (os 120 homens dos 3º e 6º grupos que ontem se manifestaram, e também os cerca de 200 dos 4º, 5º e 6º, que vão tomar idênticas decisões até final da semana). O 2º grupo foi extinto há cerca de três anos por falta de efectivos.

Na segunda-feira, após estarem disponíveis informaticamente os recibos de vencimento, onde já estão descontados valores mínimos de 3,5 nos ordenados mensais, começaram a escutar-se as vozes discordantes. É que, de acordo com um agente do CI contactado pelo PÚBLICO, o efectivo ainda tem a receber, há um ano, os retroactivos devidos devido ao reposicionamento nos escalões.

A juntar a estas duas razões existe ainda um descontentamento crescente pelo facto de estar prevista uma redução dos períodos de descanso nas várias unidades da PSP. No CI os polícias já foram informados que terão de se apresentar ao serviço com antecedência na sequência dos dias de licença gozados. Ontem, conforme apurou o PÚBLICO, a direcção nacional estava a tentar dialogar com algumas estruturas sindicais no sentido de se chegar a um acordo.

A decisão de não comparecerem ao almoço colheu de surpresa as chefias do CI, tendo as mesmas sugerido que as divergências existentes fossem ultrapassadas através de negociações com os sindicatos. A ideia não foi, no entanto, aceite, tendo os polícias contestatários lembrado que são cada vez mais escassas as oportunidades dos sindicalistas debaterem os seus problemas com os comandos.

Os polícias que ontem não comeram chocos grelhados na Ajuda optaram, na sua maioria, por encomendar comida do exterior. “A porta [do quartel] parece um estacionamento de motos. É só pizzas”, ironizou um dos polícias contactados.

Público
 

florindo

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Polícias de intervenção pediram pizzas em protesto

Os 140 efectivos do Corpo de Intervenção (CI) da PSP, afectos ao quartel da Ajuda, em Lisboa, realizaram hoje, terça-feira, um levantamento de rancho ao almoço.

Os membros daquela subunidade da Unidade Especial de Polícia (UEP) recusaram a comida da messe como forma de protesto contra os cortes nos vencimentos, a redução do período de descanso e o atraso de um ano no pagamento de retroactivos.

Fonte do CI, revelou ao JN que o estado de espírito dos elementos policiais é "de grande consternação" e que outras formas de luta estão na calha.
Desde segunda-feira, após estarem disponíveis informaticamente os recibos de vencimento, onde já estão patentes os cortes salariais, começaram a escutar-se as vozes discordantes e a acção de ontem apanhou de surpresa as chefias. "Realizámos o levantamento de rancho como forma de protesto.

O comandante veio falar connosco, mas optámos por prosseguir com a nossa intenção e encomendámos pizzas para o almoço", revelou a fonte, acrescentando que a comida que sobrou na messe foi entregue à Casa do Beato.

Jornal de Notícias
 
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